Selfie-sticks are notoriously ubiquitous in modern society, and the art of ‘selfie-taking’ may well be something that future analysts identify as being one of the defining sociological trends of this period of history. In this post, I will discuss some passages from Sartre that help to explain my feeling of unease at this rampant ‘selfie-ism’. Straight away, let me make it clear that I am not targeting all forms of photography, or for that matter all forms of ‘selfie-taking’. Taking photos of yourself at important events (or places) can provide a record that the subject will come to cherish; they may even provide others who were unable to join you at the event (or place) with some insight into your experience. I have no truck with wedding photos. Furthermore, there are some wrongs that selfie-taking can involve which are not covered by the criticism I shall discuss below. Last week, two members of the police force resigned following an investigation into allegations that they had taken selfies in the immediate aftermath of the Shoreham air crash. This behaviour displayed a stunning lack of compassion for the victims of the crash, and bespoke a degree of self-centredness that is not befitting of a member of civilized society, let alone someone who holds a position of respect in that society, such as a police officer. Clearly though, not all selfie-taking involves such moral wrongs. The criticism of selfie-taking that I have in mind is not that the activity causes harm to others. Rather, I think the problem with selfies is that they often prevent the subject’s immersion into a valuable experience; selfie-takers are often so pre-occupied with taking pictures of themselves at concerts, foreign markets, and restaurants that they are no longer immersed in the experience of the thing that they think it sufficiently important to document with a selfie. I think that this rather general thought finds echoes in Sartre’s philosophy. Sartre’s seminal philosophical novel Nausea describes the struggle that the protagonist Antoine Roquentin experiences upon coming to realize that he is an entirely free agent, who is responsible for his choices, and for creating his own meaning and purpose. However, one of my personal favourite passages in the novel deals with a somewhat tangential, albeit broadly related matter. In the passage I have in mind, Roquentin laments the fact that he has not had any ‘adventures’. He notes that adventures are signified by their having ‘real beginnings’, that is, events that clearly signal to the subject that ‘something is happening’. In turn, these beginnings, and the adventures to which they lead, only achieve their real significance by their ending. Roquentin writes hypothetically of the experience of such adventures: I study each second, I try to suck it dry; nothing passes which I do not cease . . . and yet the minute goes by and I do not hold it back, I am glad to see it pass. Roquentin craves the sort of immersion in existence that he recounts in this passage, and laments the fact that he has not experienced this in the way that others have. However, on the following page, Roquentin re-evaluates these claims; he realises that the events that are the’ beginnings’ that signify the start of an adventure only become so by simply being recounted as part of a narrative. He writes: Man is always a teller of tales, he lives surrounded by his stories and the stories of others, he sees everything that happens to him through them; and he tries to live his life as if he were recounting it. But you have to choose: to live or to recount. What Sartre seems to be suggesting here is that our desire to have adventures, to be seen as someone who is living an interesting life that others should emulate, can actually prevent our becoming immersed in the actual experience of existing. This observation seems highly relevant to the phenomenon of selfie-taking, and the prevalence of social media. More than ever, we are now surrounded by the (highly stylised) stories of others, and it is easy to be sucked into the trap of wanting to continually create narratives for ourselves, to be seen as having ‘adventures’. Yet, this can prevent us becoming immersed in the experience of our existence. For a tangible example of this, consider selfies taken at events where the enjoyment of the event requires the immersion of the subject in the experience of it. Consider for example the act of selfie-taking at music concerts or in front of famous paintings at art galleries. In their desperation to recount, the selfie-taker robs themselves of the experience of the event, and its real significance. Of course, it might be claimed that nothing about taking a selfie precludes immersion in the event following the taking of the photograph. As such, it might be argued that Roquentin provides us with a false dichotomy in claiming that we must choose between living and recounting. This might be true; however, it seems that for many the recoun
‘Teaching Comics’ explores cartoonist Alex Nall’s experiences as a teaching artist in Chicago Public Schools. View more of his work at alexnall.tumblr.com
‘Teaching Comics’ follows cartoonist Alex Nall’s experiences as a teaching artist in two Chicago Public Schools. View more of his work at alexnall.tumblr
Narcisismo e ‘selfies’: ‘Eu sou charmos@, sou bonit@, sou demais’; ‘Não consigo tirar os meus olhos de mim mesm@’; ‘Não sou capaz de amar ninguém mais além de mim’.
¨Brasil cai em ranking da paz e eleva ‘custo’ mundial da violência.¨
¨”O Brasil é um país pacífico e assim continuará”, afirmou a presidenta Dilma Rousseff no final do ano passado, durante uma cerimônia da Comissão Nacional da Verdade. O Índice Global da Paz, lançado nesta quarta-feira pelo Institute of Economics & Peace, no entanto, mostra um cenário diferente. De acordo com o relatório, o Brasil caiu 11 posições no ranking dos países mais pacíficos do mundo, e ocupa a 103a posição de um total de 162 nações – atrás de Haiti, Cuba, Argentina e Serra Leoa. O estudo leva em conta dezenas de variáveis, como acesso a armas, taxa de encarceramento da população, atividade terrorista, crimes violentos, desigualdade de gênero e PIB.¨
Desembarquei em Curitiba na manhã seguinte à brutal repressão promovida pelo governo do tucano Beto Richa aos professores e servidores estaduais que protestavam em frente à Assembléia estadual contra a votação do projeto de lei que alterou a Paranaprevidência. Ao participar de uma assembléia de servidores da Universidade Federal do Paraná, pude ouvir os dramáticos relatos sobre a violência policial do dia anterior. Vi de perto os hematomas deixados pelas balas de borracha e os cortes causados pelos estilhaços das bombas de fragmentação nos servidores federais que estavam no protesto. Entre perplexo e indignado, descobri que o governo estadual trouxe tropas de choque de várias regiões do Estado pra reforçar o efetivo de 1.500 policiais em frente ao parlamento. Atônito, soube que todo o estoque de gás lacrimogêneo do Paraná esgotou-se em apenas duas horas. A nuvem de gás criada pela PM obrigou a evacuação às…
[Mary Wollstonecraft, em retrato de John Opie, 1797]
Por Luis Felipe Miguel.*
Mary Wollstonecraft (1759-1797), é geralmente considerada – por boas razões – a fundadora do feminismo. Seu pensamento marca a primeira elaboração sistemática de um entendimento das raízes da opressão sofrida pelas mulheres.
Sua obra mais importante, Reivindicação dos direitos da mulher, foi publicada em 1792 e sofreu, também, o influxo da Revolução Francesa.1 A autora havia publicado, dois anos antes, Reivindicação dos direitos do homem, como resposta às Considerações sobre a revolução em França, obra antirrevolucionária de Edmund Burke. Portanto, foi também a promessa de emancipação dos homens, pelos republicanos franceses, que levou Wollstonecraft a sistematizar suas reflexões sobre a necessidade de e os obstáculos para a emancipação das mulheres. “O direito divino dos maridos, tal como o direito divino dos reis, pode, espera-se, nesta era esclarecida, ser contestado sem perigo.”2
Este livro é simplesmente maravilhoso e resolvi dividir com meus amig@s blogueir@s. Aos 83 anos, Jung achou que, então, poderia compartilhar algo sobre si mesmo com os demais. Vejam como tudo leva tempo!
O suicídio premeditado do co-piloto Andreas Lubitz daGermanwings levando consigo 149 pessoas, suscita várias interpretações. Havia seguramente um componente psicológico de depressão, associado ao medo de perder o posto de trabalho. Mas para chegar a esta solução desesperada de, ao voluntariamente pôr fim a sua vida, levando consigo outros 149, implica em algo muito profundo e misterioso que precisamos de alguma forma tentar decifrar.
Atualmente este medo de perder o emprego e viver sob uma grave frustração por não poder nunca mais realizar o seu sonho, leva a não poucas pessoas à angústia, da angústia, à perda do sentido de vida, e esta perda, à vontade de morrer. A crise da geosociedade está fazendo surgir uma espécie de “mal-estar na globalização” replicando o “Mal-estar na cultura de Freud.
Por causa da crise, as empresas e seus gestores levam a competitividade até a um limite extremo, estipulam metas quase inalcançáveis, infundindo…
De um velho amigo italiano, ANTONIO VERMIGLI que sempre vem ao Brasil para apoiar projetos que a ONG a que pertence, leva avante nos meios pobres e que se dispos a ajudar no projeto FOME ZERO, recebi esta reflexão de Páscoa que bem cabe para os dias turbulentos e contraditórios em que vivemos. A Terra, embora crucificada, continua florindo e nos oferecendo os bens e serviços que sustentam nossa vida e de toda a comunidade de vida. E nós, em contrapartida, pouco ou nada fazemos para baixá-la da cruz e ressuscitá-la. Bem disse Martin Luther King Jr: “Deus escreveu as promessas da ressurreição não apenas no livro mas em cada folha de árvore na primavera”. Neste espírito primaveril desejamos a todos Feliz Páscoa da ressurreição, não só para nós mas também para toda a carne que biblicamente significa para toda a criação. Lboff
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Hai algún tempo solicitáranme un texto que reflexionase sobre a auga e mais sobre a nosa literatura. A proposta resultoume interesante aínda que estaba moi limitada polo espazo que, nun principio, se me concedera. O texto non atopou acubillo na publicación para o que ía destinado e hai un ano o meu amigo Antonio G. Teijeiro incorporouno nunha entrada do seu suxestivo Versos e aloumiños. Souben que hoxe se celebra o Día Mundial da Auga e pareceume acaído deixalo aquí, minimamente retocado, baixo o título orixinal: “A auga e a literatura de nós”.
Cando a literatura de nós amencía, Pero Meogo ideou que unha doncela xustificase a súa demora, diante da súa nai, en base a que ficara celebrando o amor na “fontana fría” pois “os cervos do monte a augua volvían”. Daquel texto aos poemarios Acuática, de Marta Dacosta, ou Chove nos versos, de Antonio G. Teijeiro, por…
A Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo demitirá 25 funcionários do Museu Afro-Brasil, além de diminuir investimentos em exposições e trabalhos realizados no local, devido ao corte no seu orçamento pelo governo federal.Nesse ínterim, o MEC pede a todos os professores que ensinem mais e mais acerca de Africanidade.
Foi assim que preparei esta aula, para mostrar aos alunos que, na verdade, esse assunto não tem a devida relevãncia no Brasil: ao invés de enaltecer e valorizar a cultura afro-brasileira e os afrodescendentes, já tão destratados em nossa nação, o govermo federal retira verbas do único lugar oficial do estado onde a Africanidade não poderia ser deixada em segundo plano.
Provavelmente, este corte no orçamento também ocorrerá com relação à cultura indígena e seus museus, mas como o mês do índio é em Abril, só teremos esta notícia no próximo mês.
Por que isso, presidenta Dilma Rousseff? Vossa Excelência não garantiu que a Educação é prioridade do seu governo?
FREI BETTO é um dos nossos mais atentos analistas da cena cultural brasileira. Imbuîdo dos ideais da dimensão libertadora da fé cristã, sempre, sem nenhum retrocesso, esteve do lado certo: do lado dos mais pobres (foi um dos idealizadores dos projetos sociais do PT quando esteve no primeiro governo Lula), dos afrodescentes, dos indígenas, dos que têm outra opção sexual e das mulheres, por séculos oprimidas pela mentalidade patriaral que não foi ainda totalmente superada. Eu diria que o machismo atual, por causa da crítica feminista, se retraíu um pouco na sociedade mas encontrou amplo refúgio na mídia, especialmente, na TV. Ai a mulher é feita “objeto de cama e mesa”; como diz frei Betto um “objeto descartável”. Nem se mostram apenas mulheres fascinantes, mas partes delas como seios, cabelos, pernas e outras partes da decência. Vi há dias a propaganda de uma máquina moderna e ao lado uma mulher…
‘Pasaba a nena…
Nós, as predicadoras, falabamos
para ela, que pasaba
da man de súa nai…
Pasaba a nai…
Nós, as predicadoras, falabamos
para ela, que pasaba
dándolle a man á nena…
Falabamos…
Pasaban…
Pasaban e pisaban
as palabras que caían como follas
na sombra proxectada sobre a historia por todas as mulleres.
Falabamos…
Pasaban…
Pasaban e pisaban
a forza de Lisístrata na contraarenga,
o saber sanguiñento no cadáver de Hipatia,
as esixencias duras de Flora Tristán,
as cinsas das obreiras da Triangle Shirtwaist,
a afouteza das rusas que comezaron a revolución,
ao ver que as criaturas lles morrían coa fame.
Falabamos…
Pasaban…
Pasaban e pisaban
tanta cera,
tanto veo,
tanta opresión,
tanto sangue,
tanta inxustiza,
tanto silencio,
tanta mutilación,
tanto dominio,
tanta mercadoría,
tanto desprezo
tanta sumisión
tanto maltrato
tanta ignominia…
Falabamos para elas que pasaban
alleas a si mesmas
pois toda a carne feminina é unha
e un o seu sufrimento.’ Lugo, 8 de marzo de 2014
Muitíssimo obrigada pela homenagem ao Dia Internacional da Mulher, Profa. Helena. Lindo poema, cheio de verdades. Verdades imortais? Por isso eu insisto tanto: é preciso que as mulheres tenham amor-próprio! Quando elas vão entender isso?
Entre outros moitos libros que axudan a entender as razóns dunha xornada reivindicativa como a de hoxe escollo dous títulos que, particularmente e no ámbito do ensaio, modificaron moitas percepcións en min e contribuíron, con argumentos sólidos e de peso, a obter un coñecemento científico, desde o humanismo, tanto da historia das mulleres en Galicia como do pensamento feminista, ou mellor sería dicir dos feminismos.
O primeiro é un libro recente, que recomendo vivamente a súa lectura se non se fixo xa, e que é Feminismosde Olga Castro e María Reimóndez, sobre o que me pronunciei no seu día e que resulta de consulta obrigada. O outro título, non menos recomendable e que abre, asemade, outras portas ao coñecemento, editouse no ano 1999 e foi coordinado por María Xosé Rodríguez Galdo baixo o título de Textos para a historia das mulleres en Galicia; neste caso pódese acceder a el premendo na
[Cartaz soviético elaborado para o Dia Internacional da Mulher, em 1914.]
Por Luis Felipe Miguel.*
A comemoração do Dia Internacional da Mulher chama uma reflexão sobre as conquistas do feminismo em sua história. Nos mais de cem anos que nos separam de quando a militante comunista Clara Zetkin propôs uma data para as lutas das mulheres de todo o mundo, houve um enorme avanço na concessão de direitos e na obtenção da igualdade legal, na maior parte dos países ocidentais. Em primeiro lugar, a conquista do voto, que foi a bandeira mais visível das mulheres nas primeiras décadas de sua mobilização política. Também se obteve o acesso à educação e, hoje, elas são a maioria entre os estudantes do ensino superior. As mulheres ganharam acesso legal à propriedade, podendo dispor de seus próprios bens. De maneira mais vagarosa, caiu também a maior parte dos dispositivos jurídicos que garantiam ao homem a autoridade maior dentro…
As atuais discussões políticas no Brasil em meio a uma ameaçadora crise hídrica e energética se perdem nos interesses particulares de cada partido. Há uma tentativa articulada pelos grupos dominantes, por detrás dos quais se escondem grandes corporações nacionais e multinacionais, a midia corporativa e, seguramente, a atuação do serviços de segurança do Império norte-americano, de desestabilizar o novo governo de Dilma Rousseff. Não se trata apenas de uma feroz critica às políticas oficiais mas há algo mais profundo em ação: a vontade de desmontar e, se possível, liquidar o PT que representa os intersses das populações que historicamente sempre foram marginalizadas. Custa muito às elites conservadores aceitarem o novo sujeito histórico – o povo organizado e sua expressão partidária – pois se sentem ameaçadas em seus privilégios. Como são notoriamente egoistas e nunca pensaram no bem comum, se empenham em tirar da cena essa força social e política que…
No carnaval de rua da Bahia existe uma tradição, um tal de ‘beijo roubado’. Trata-se daquele beijo que um desconhecido dá de forma surpreendente em alguém, sem que este esteja esperando. Ao mesmo tempo que pode ser considerado uma brincadeira saudável, em época de folia, também pode ser tomado como um ‘ataque’ ao corpo alheio, trazendo complicações legais sérias, sendo considerado até mesmo ‘estupro’, por ser um beijo forçado, podendo acabar ‘em cana’!
O que você pensa disso? Será que gostaria de ser abordado distraidamente com um susto desses? Se sentiria envaidecido? Ou se ofenderia com essa demonstração de satisfação dos instintos alheios? Afinal, somos livres para fazer o que queremos ou não?
Leiam a matéria abaixo com atenção e elenquem suas perguntas para que façamos o primeiro debate em sala de aula do ano letivo de 2015. Bom trabalho!
Infelizmente, muitos e muitos alunos do Ensino Médio têm perdido a chance de melhorar sua situação acadêmica e social, não por falta de oportunidades, mas por falta de vontade própria e dedicação pessoal. Chamam-nos de ¨geração nem-nem¨, nem estudam, nem trabalham. Que pena para o Brasil.
No Nadal de 1971 John Lennon e Yoko Ono popularizaron aquela célebre sentenza de “War is Over (If You Want It)” en plena guerra do Vietnam alentando o necesario espírito pacifista. Algo semellante, sen tanta parafernalia mediática, fixera por exemplo o noso Uxío Novoneyra, xa en 1967, co “Vietnam canto“. Na rede hai un sitio no se evoca aquela iniciativa de Lennon e Ono, e reproduzo abaixo un vídeo que recomendo visionar, sobre todo desde o minuto seis
Pasaron máis de catro décadas e os focos de tensión bélica internacional seguen activos, a carón doutros igualmente magoantes como os asasinatos derivados da violencia machista ou os que chegan pola virulencia coa que se aplican políticas restritivas e insolidarias, sobre todo evidentes na crecente pobreza infantil. Nestes días atrévome, supoño que utopicamente, a reclamar a vixencia dese espírito que encerra “A guerra acabou”, cando aquela guerra aínda non acabara. Un desexo que…
Não sei se é o fim do mês, do ano ou dos tempos, mas estou tão aturdida nessa net que sinto não dar conta de tudo!!!! Tomara que seja um bom presságio para o período das festas e das férias que estão chegando.
¨Peso do setor de óleo e gás no PIB brasileiro saltou de 3%, no ano 2000, para 13% este ano; Petrobras investiu média de R$ 383 milhões por dia na compra de equipamentos e pagamentos por obras em 2014; agora, porém, já revê contratos de R$ 59 bilhões com as empreiteiras denunciadas na operação Lava Jato; curva de empregos, que subira de 81 mil vagas, em outubro, para 85 mil, no mês passado, irá declinar; dados são do Diesse, que já vê estaleiros como polos da nova crise.¨
¨Pode ter sido apenas um suspiro, mas Petrobras interrompe série de seis pregões em queda; alta de 2,18% não entusiasma; governo sugere que técnico deverá substituir presidente Graça Foster; preço do barril cai no mercado internacional; bolsa fecha o dia em nulidade, com 0,02% aos 47.007; mercado de matar.¨
¨Cientista político, Wanderley Guilherme, fala em “indiferença do governo em relação ao espanto e reclamações de seus eleitores, ao lado de afagos a adversários de ontem”. Em entrevista a Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília, ele ataca: “Não sei quais são os formuladores da estratégia atual do governo, mas é óbvio que não está dando certo. Está sendo questionada por antigos apoiadores, sem conquistar a simpatia de seus tradicionais adversários”. Segundo ele, nomeações da presidente Dilma surpreendem setores da esquerda e há “omissão” no caso Petrobras; seu sonho, porém, não acabou, diz; “Continuo do mesmo lado e seguro de que ainda falta um bom caminho para tornar o País mais rico e justo.¨
Ainda que eu falasse a língua do homens. E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
É só o amor, é só o amor. Que conhece o que é verdade. O amor é bom, não quer o mal. Não sente inveja ou se envaidece.
O amor é o fogo que arde sem se ver. É ferida que dói e não se sente.
É um contentamento descontente. É dor que desatina sem doer.
Ainda que eu falasse a língua dos homens. E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
É um não querer mais que bem querer. É solitário andar por entre a gente. É um não contentar-se de contente. É cuidar que se ganha em se perder.
É um estar-se preso por vontade. É servir a quem vence, o vencedor. É um ter com quem nos mata a lealdade. Tão contrário a si é o mesmo amor.
Estou acordado e todos dormem todos dormem todos dormem. Agora vejo em parte, mas então veremos face a face.
É só o amor, é só o amor. Que conhece o que é verdade.
Ainda que eu falasse a língua dos homens. E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
Em 1989, a banda Legião Urbana lançou em seu álbum, As Quatro Estações, a música Monte Castelo. Essa música, escrita pelo Renato Russo, vocalista da banda, partiu de uma criativa e inteligente adaptação do Soneto 11 de Luís Vaz de Camões e de Coríntios – capítulo 13, versículos 1, 2 e 3.
“Filosofia para Crianças” – Brigitte Labbé e Michel Puech
(adaptação)
Natália queria agradar a si mesma e comprou o último CD de sua cantora favorita. Em seguida, comprou um chaveiro para a sua melhor amiga, que faz coleção. Ao entregar o presente à menina sentiu alegria, a mesma alegria que a amiga sentia ao abrir o pacote. Foi como se ter dado felicidade atraísse felicidade de volta. Percebeu que havia algo ‘mágico’ nesse processo: felicidade dada = felicidade recebida. Pois é isso: há algo prático na felicidade: quanto mais a proporcionamos aos outros, mais a temos. Trata-se de um fenômeno diferente: doar felicidade não significa perdê-la, mas ganhá-la ainda mais. É como se felicidade criasse felicidade.
Muitas vezes me questiono por que há tant@s jovens revoltados à minha volta, na sociedade. Penso que uma das causas pode ser os maus-tratos que recebem da família, quando crianças. E, por indicação de duas alunas, hoje, publico esta reportagem, de um menino que, por ter feito xixi na cama durante a noite, foi colocado na calçada, de manhã, como punição. Ele, completamente nu, com o seu colchão molhado de urina. Ambos, ao sol para secar.
Ali, permaneceu por 3 horas, sendo retirado somente depois que o Conselho Tutelar de Praia Grande. SP foi chamado e falou com a família, pessoalmente. Parece-me que a intenção do pai foi envergonhá-lo publicamente para que ele não mais urinasse enquanto dormisse. O garoto tem 5 anos de idade.
Infelizmente, após as Eleições 2014 para Presidente da República, vê-se que algumas pessoas estão se mostrando intolerantes com aquelas que votaram contra o seu candidato. Temos aprendido, incansavelmente, que somos livres e isso significa que cada um de nós pode escolher segundo a sua vontade. Se o respeito pela vontade alheia deixar de existir, a pessoa desrespeitada estará sendo tratada com intolerãncia, neste caso, intolerância política, e poderá sofrer discriminação, ou seja, poderá ser deixadade lado, ignorada, isolada. Talvez devêssemos pensar quanto um gesto desse prejudicará as relações de amizade e de trabalho. Será que não é hora de avaliarmos nossa conduta?
Os criadores do site criaram uma campanha contra as publicações preconceituosas. A página recebe cópia das postagens e apresenta dicas de como fazer a denúncia diretamente ao Ministério Público Federal.
Denúncia anônima:
Caso a pessoa não queira se identificar ao fazer a denúncia, é possível utilizar o site da OnG SafernetBrasil, que trabalha pela defesa dos direitos humanos. Em parceria com o próprio Ministério Público Federal, o site www.denuncie.org.br recebe, de forma anônima, denúncias de discriminação, preconceito ou incitação ao crime na web e os encaminha aos órgãos públicos competentes.
¨O Brasil foi citado como referência para a luta contra a fome e a pobreza extrema do mundo em relatório divulgado hoje em Roma, sede da entidade. Entre 2001 e 2012, o Brasil conseguiu reduzir o total de brasileiros que vivem com menos de US$ 1 por dia e também conseguiu fazer com que o número de desnutridos recuasse no país. “A proporção de desnutridos caiu de 10,7% no período 2000-2002 para menos de 5% em 2004-2006”, informa o relatório.¨
1- Por que um artesanato tão simples e barato tem encantado tanto as crianças do mundo todo?
2- Estamos cansados de tanta tecnologia?
3- Estamos procurando algo mais simples, mas mais agradável para fazer?
4- Que criança, hoje, preferiria ganhar um tablet, um smartphone ou um MP4 a uma caixa de elásticos com agulhas de crochê, tudo de plástico?
5- Será que os empresários da tecnologia (industriais do ramo dos eletroeletrônicos) estão com medo de perder dinheiro, concorrendo com as pulseirinhas, tão baratas e inofensivas?
6- Existe alguma comprovação científica de que o plástico da pulseira provoca câncer?
Hoje é comemorado o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Cerca de 20 milhões de pessoas tentam pôr fim à vida todos os anos e 1 milhão dessas pessoas chegam ao seu objetivo, em todo o mundo, anualmente. O número é bastante alto e mostra quão insatisfeitas podem estar as pessoas ao nosso redor e quão despreparadas se sentem para tentar solucionar os seus problemas.
¨A Umbanda é considerada a única religião criada no Brasil. Foi fundada em 1917, em Niterói, RJ. Ela é uma junção de elementos africanos (orixás e culto aos antepassados), indígenas (culto aos antepassados e elementos da natureza), católicos (dogmas do cristianismo e seus santos) e espíritas (a reencarnação, a lei do “karma” e o progresso espiritual).¨ Em 16 de Maio de 2012, a presidenta Dilma assinou a Lei 12.644, que instituiu o Dia Nacional da Umbanda no Brasil, a ser celebrado anualmente no dia 15 de Novembro.
¨Já o Candomblé é uma religião africana trazida para o Brasil no período em que os negros desembarcaram aqui para ser escravos. Longe de suas tribos e nações, eles continuaram a cultuar os seus orixás, as suas divindades. Nesse período, a Igreja Católica proibia quaisquer rituais africanos e, com o apoio do governo da época, considerava o culto criminoso e, por isso, os escravos idolatravam os seus orixás disfarçando-os de santos católicos.¨ Um exemplo disso é a figura de Iemanjá, “Yèyé omo ejá”,no idioma Yorubá, chamada popularmente de Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa Senhora da Conceição ou Nossa Senhora das Candeias.
¨Justiça brasileira decide: risco iminente de morte obriga médico a fazer transfusão de sangue em testemunha de Jeová, mesmo contra a vontade da família.¨
“País de dimensões pequenas e com apenas cinco milhões de habitantes, Israel é um gigante armado até os dentes e, no momento, por intermédio do Governo Netanyahu, transformou-se em um anão moral. Não é a primeira vez e, pelo andar da carruagem, nem vai ser a última vez, que os líderes israelenses e judeus por etnia cometem barbarismos premeditados, que envergonham a condição humana.”
¨Nossas universidades são avaliadas pelo número de artigos científicos que seus cientistas publicam em revistas internacionais, em línguas estrangeiras. Gostaria que houvesse critérios que avaliassem nossas universidades por sua capacidade de fazerem o povo pensar.¨
O jogo de futebol acabou e o comentário geral é que o atacante jogou “como uma menina” – ou, “como uma mulherzinha”! A frase também pode ser ouvida nas ruas quando um garoto perde uma corrida ou briga. Há tempos e em diferentes culturas, dizer que alguém fez algo “como uma menina” tende a ser pejorativo. Mas por que ser mulher e fazer coisas como uma mulher é ruim? Esse foi o questionamento da marca de absorvente Always em um vídeo para pensar, questionar e mudar.
Criado pelas agências Leo Burnett’s de Chicago, Londres e Toronto, o vídeo, dirigido por Lauren Greenfield, o vídeo convida adultos e crianças para um experimento. Eles deveriam correr como uma mulher, arremessar como uma mulher e brigar como uma mulher. No teste, os adultos entenderam o “como uma mulher” de maneira pejorativa, da mesma forma que a frase vem sendo utilizada há séculos. Surpreendentemente…
Aldo: ‘levar população de baixa renda ao estádio é desafio pós-Copa‘.
¨O Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse que é preciso garantir que os estádios construídos para a Copa do Mundo não se tornem espaços de exclusão. “Isso seria contrariar a própria filosofia e natureza do futebol, que tem prestígio e é abraçado no Brasil e no mundo porque é uma projeção do imaginário da igualdade”, afirmou.¨ Brasil247
Black blocs agem novamente durante manifestação do Movimento Passe Livre, MPL, em São Paulo!
Que liberdade de expressão é esta que alguns têm exercido, não respeitando nem o ‘seu próprio’ nem o ‘dos outros’? Que ‘selvagens’ têm se tornado as manifestações públicas! Quanta irresponsabilidade, quanto desconhecimento sobre democracia; pouca decência e pouca linha! Simplesmente, ‘animal’.
Que vergonha, São Paulo!! Que vexame para o Brasil.
ela possui 27 estrelas, sendo que 26 representam os estados e, uma, o Distrito Federal. E atenção: a estrela solitária, acima do ‘Ordem e Progresso’, representa o estado do Pará.
O aplicativo “CLIQUE 180” foi desenvolvido para fornecer informações sobre o que fazer em caso de violência contra as mulheres, tanto para as mulheres que são vítimas de violência, quanto para todas as pessoas que trabalham com o tema, que queiram saber mais sobre o assunto ou que desejem se informar para ajudar uma mulher em situação de violência.
40 % dos casos de violência são cometidos contra homens (Inglaterra). Lembre-se: violência é violência seja contra quem for.
violência é um ciclo – interrompa este ciclo! acredite que você pode.
¨Crescemos e nos formamos levando em consideração, basicamente, aquilo que ouvimos dos nossos pais e professores. Por influência deles, somos levados a concluir que é conveniente sermos pessoas boas, esforçadas, trabalhadoras e gentis com os nossos colegas, uma vez que este é o caminho para sermos aceitos e queridos por eles. Porém, uma das mais desagradáveis surpresas que muitos de nós tiveram ao longo da adolescência reside no fato de que, exatamente por sermos portadores de tais qualidades, somos muito mais hostilizados que amados. A ideia de que o acúmulo de virtudes despertará o amor das pessoas parece lógica, de modo que quase todos se esforçam nesta direção. Só não agem de modo legal aqueles que não conseguiram o desenvolvimento interior necessário para, por exemplo, controlar seus impulsos agressivos ou renunciar a determinados prazeres imediatos em favor de outros, maiores, colocados no futuro.
Assim, ao longo da vida adulta convivem dois tipos de pessoas: aquelas que conseguiram vencer estes obstáculos interiores e se tornaram criaturas melhores e outras que não foram capazes de ultrapassar estas primeiras e fundamentais dificuldades – e que se esforçam ao máximo para disfarçar suas fraquezas. As primeiras, são as que saíram vencedoras no primeiro combate importante da vida, o de “domesticar” seus próprios impulsos destrutivos, e se transformaram em criaturas portadoras das propriedades humanas que somos unânimes em catalogar como virtudes. O que acontece? Os perdedores se sentem incomodados e humilhados pelo fato de não possuírem igual capacidade de controle interior. Este dado é muito importante, pois indica que, independentemente do que digam, os perdedores sabem perfeitamente quais são as virtudes e as apreciam; não aderem a elas porque isto implica em um esforço que não são capazes de fazer. De todo modo, os perdedores – que adoram desfilar como “superiores” e indiferentes às questões da moral –, por se sentirem humilhados, também se sentem agredidos pela presença daquelas virtudes em uma outra pessoa que não neles próprios. Comparam-se com o virtuoso, consideram-se inferiores a eles, sentem-se por baixo, irritados com a presença daquelas virtudes que adorariam possuir. A vaidade dos perdedores fica ferida e eles, como têm pouca competência para controlar a agressividade, saem atirando pedras. É claro que tais pedradas têm de ser sutis para que não denunciem todos os passos do mecanismo da inveja: reação agressiva derivada de suposta ofensa na vaidade daquele que se sentiu inferiorizado por não ter as virtudes que lhes provocaram a admiração.
Sim, porque o invejoso admira muito o invejado; senão seria tudo totalmente sem sentido. Saber que o bandido inveja o mocinho é uma das razões da esperança que sempre tive no futuro da nossa espécie. A agressividade sutil derivada da inveja nos derruba, entre outras razões, porque ela vem de pessoas que gostaríamos que nos amassem. Afinal de contas, nos esforçamos tanto para conseguirmos os bons resultados justamente para ter essa recompensa. É difícil para um filho perceber que suas qualidades despertam em seu pai emoções contraditórias: por um lado, a admiração se transforma em inveja, de modo que o pai se ressente da boa evolução do filho. O mesmo acontece entre mães e filhas, sendo inúmeras as exceções onde a admiração não dá origem à vertente invejosa. As “agulhadas”, as indiretas e as observações depreciativas e inoportunas próprias da inveja existem de modo muito intenso entre irmãos (eternos rivais), entre marido e mulher, assim como em todas as outras relações sociais e profissionais.
É praticamente impossível uma pessoa se destacar por virtudes ou competências especiais sem ser objeto da enorme carga negativa derivada da hostilidade invejosa. O mais grave é que não fomos educados para isso, de modo que nos surpreendemos e ficamos chocados ao observarmos esse resultado. A decepção é tal que muitos se desequilibram quando atingem algum tipo de destaque, condição na qual são levados a um estado de solidão – o oposto do que pretendiam. Uns se drogam e outros tratam de destruir rapidamente o que construíram, de modo a deixarem de ser objeto de inveja. Tudo isso é, além de triste, inevitável, ao menos no estágio atual do nosso desenvolvimento emocional. Poderíamos ser ao menos alertados por uma educação mais sincera e sem ilusões. Toda ilusão trará uma desilusão! A maior parte das pessoas jamais imaginou, por exemplo, o volume de problemas e de decepções por que passam as moças mais belas, especialmente quando isso se associa a uma inteligência sofisticada e a uma formação moral requintada. São portadoras daquelas virtudes que mais aparecem e encantam a todos. São, por isso mesmo, objeto de uma hostilidade inesperada e enorme. Ficam totalmente encurraladas e quase nunca sabem como sair da situação a não ser destruindo algumas de suas propriedades.¨
O estado de São Paulo está passando por uma estiagem severa. Por esses dias, pus-me a questionar: por que nos tornamos tão dependentes das CHUVAS? Onde ficaram as nossas NASCENTES? Onde ficaram os pequeníssimos rios que jaziam sob as nossas metrópoles e que abasteciam os rios do entorno das cidades? Será que não temos feito um bom planejamento urbano? Será que ainda há tempo para sermos mais cautelosos com o crescimento das cidades?
Sendo o Brasil um país de rios tão abundantes e com reservas naturais de água, como o Aquífero Guarani, por exemplo, por que chegamos à situação desse seríssimo racionamento de água no nosso estado? Onde estamos errando, os cidadãos e o poder público?
Em tempo, será que as famílias não deveriam fazer um bom planejamento familiar, evitando que nascessem pessoas que, obrigatoriamente, terão de pagar por uma água muito mais cara no futuro?
Em memória do dia 13 de Maio de 1888: Abolição da Escravatura no Brasil!
Pena que muitos preconceitos contra os negros e os afrodescendentes se mantenham; pena que muitas atitudes racistas permaneçam, ainda que o racismo seja crime inafiançável.
Pesquisas mostram que as pessoas negras e seus descendentes ainda têm menores salários do que os de outras raças e que ainda ocupam menos cargos públicos e políticos em função de sua herança genética.
Barbaridades do século XXI. Haveremos de vencê-las!
¨Epidemia de dengue coloca Exército e reforço da Sucen em Campinas, SP
Cidade tem 2.793 confirmações da doença, segundo a Secretaria de Saúde.
Quadro clínico dos pacientes é considerado mais grave este ano.¨
Leandro Filippi
¨A epidemia de dengue, considerada “grave” pela Prefeitura, vai colocar 100 homens do Exército nas ruas e a equipe da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) será reforçada na cidade para combate dos focos do mosquito transmissor. Segundo a Secretaria de Saúde, as medidas começam na próxima semana e serão direcionadas à região Noroeste, onde há a maior parte dos registros da doença.
A administração municipal divulgou novo balanço nesta quinta-feira (3) e a cidade tem 2.793 casos confirmados, sendo 100 com sinais de alarme, quando a situação do paciente inspira mais cuidados. No levantamento anterior, de segunda-feira (1º), eram 2.140. Além disso, há 5.949 notificações de suspeita. Os municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC) concentram 25% dos registros da doença do Estado de São Paulo, segundo a Prefeitura.
Casos mais graves “Estamos lidando com casos mais graves do que no ano passado do ponto de vista clínico”, disse o secretário de Saúde, Cármino de Souza. O conjunto de ações foi anunciado pela Prefeitura no período mais crítico, pois o mês de abril, historicamente, tem o maior aumento de registros. A morte de uma mulher de 78 anos, da região Sul, é investigada e a administração aguarda resultado de exames para confirmar se ocorreu em decorrência da doença.
Na avaliação do prefeito Jonas Donizette (PSB), não houve demora para iniciar um combate mais intensificado dos focos da doença. “Muitas dessas ações que eu anunciei, em casos de menor incidência, nós estaríamos controlando com as ações que tomamos e não incorporando essas novas”, disse. A Sucen tem seis equipes de três profissionais na cidade e, a partir da próxima semana, serão outras dez.
Caminhões de névoa Ainda de acordo com a Prefeitura, o Exército vai trabalhar na selagem de caixas d’água. A Sucen também vai utilizar dois caminhões para aplicação de névoa na região Noroeste. O trabalho será feito a partir de quarta-feira (9), das 18h às 22h. Segundo a Secretaria de Saúde, a ação precisa ser realizada à noite porque o veneno degrada com o sol.
A Prefeitura orienta os moradores dos bairros onde o caminhão será utilizado a abrir portas e janelas das casas. Crianças, grávidas, idosos e pacientes com asma devem ficam em um cômodo fechado no momento do trabalho. Animais tem de ser colocados dentro da residência e é necessário cobrir a gaiola de pássaros.
Apesar disso, o secretário de Saúde disse que a toxicidade do produto utilizado é “baixíssima”. Segundo a Prefeitura, a população será orientada com carro de som, folders e folhetos sobre o trabalho que será realizado.¨
¨Black Blocs¨, ¨Encapuzados¨e os maus participantes dos ¨Rolezinhos¨… estes são os filhos do ECA, do Estatuto da Criança e do Adolescente, sancionado em Julho de 1990!
Após mais uma semana de manifestações e violências em São Paulo, só me resta pensar que as crianças e os jovens que o Estado quis proteger a partir dos anos 90, através do ECA, agora estão destruindo a sociedade em que cresceram. Após conhecerem muito bem os direitos que possuíam, as crianças de ontem, hoje jovens, têm usado muito mal a sua liberdade, fazendo escolhasperniciosas que comprometem não só a si mesmos, mas a muita gente.
Os ¨filhos do ECA¨ estão dando um tremendo prejuízo financeiro em São Paulo, além de mostrar o baixo nível moral que possuem. Cheios de direitos e com poucos deveres, eles se transformaram em uma enorme carga que o Estado terá de carregar e dar conta uma vez mais.
A história escrita por Charles Perrault, em 1697 (Século XVII), na França, ¨Chapeuzinho Vermelho¨, serve muito para os dias em que vivemos. Tenho recomendado, incansavelmente, aos meus alun@s que redobrem os cuidados ao navegar na WEB, afinal, não poderemos deixar de conhecer novas pessoas nem de falar com elas, já que praticamente estamos todos conectados, contudo, há que se saber o que dizer…
Obviamente que não retrocederemos no tempo, não mais viveremos enclausurados apenas nos livros, nem nas nossas antigas brincadeiras, incluem-se aqui TV, DVD, VIDEOGAMES, PIPA, PING-PONG, MICO, CORDA, PELADA, SKATE, CASINHA, BONECAS e outras tantas diversões, mas torna-se praticamente urgente que saibamos nos cuidar, nos proteger daqueles que não conhecemos e com os quais começamos a fazer contato. Todas as minhas reflexões (filosóficas…) me fazem chegar à conclusão de que nunca estivemos tão frágeis, mais do que a própria Chapeuzinho Vermelho, que ‘deu conversa para o lobo’ e também o endereço da sua vovó. Quanta ingenuidade.
Gostaria de deixar-lhes, meus pequen@s amig@s, este ¨post de carnaval¨. Cuidado redobrado é tudo o que lhes peço! Há muitos ‘lobos maus’ soltos na internet e cabe a nós identificá-los e sabermos lidar com eles. Dizem que é brincando que falamos as verdades. Hoje é um desses dias.
Podem rir, mas este assunto é sério! Muito sério.
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MENSAGEM: ¨Não converse com estranhos.¨
ATUALIZADA PARA: Orkut, Twitter, MSN, Facebook, Badoo, entre outros.
nos Estados Unidos, crianças em fase de alfabetização leem para gatos de um abrigo. Eles, naturalmente, não as julgam, apenas as ouvem, enquanto os pimpolhos ganham confiança no que fazem.
Em um armazém de beira de estrada, um homem vive em paz com seus animais de estimação: o cão vigia a casa, o gato caça os ratos e o jumento é o meio de transporte. No porão da casa habitam vários ratos que vivem roubando comida em quantidades tão pequenas que não prejudicam o negócio, mas a chegada de um rato estranho acaba com a harmonia do mercadinho.
Infelizmente, ontem, no jogo entre o Cruzeiro (Brasil) e o Real Garcilazzo (Peru), pela Copa Libertadores da América, mais uma vez se contou com a presença do racismo no futebol. Imitando o som de macacos, torcedores peruanos humilharam o jogador brasileiro do Cruzeiro, Tinga, durante a partida. O que mais me chamou a atenção foi o profissionalismo do jogador, que ficou ‘firme’ até o final da partida, não reclamando a ninguém, nem respondendo aos torcedores. Que não falte punição aos criminosos peruanos!
Atividade: Elenquem suas perguntas para os debates em sala de aula.
Todo dia 2 de Fevereiro comemora-se o dia da padroeira, protetora, da cidade de Indaiatuba, SP. A santa, católica, é Nossa Senhora da Candelária. Muitas festas e homenagens são realizadas em seu nome. Com o espírito cristão, o crente católico invoca a sua proteção e sabedoria, a fim de ajudá-lo no dia a dia.
Nossa Senhora da Luz (também invocada sob os nomes de Nossa Senhora da Candelária, Nossa Senhora das Candeias ou ainda Nossa Senhora da Purificação) é um dos muitos títulos pelos quais a Igreja Católica venera a Virgem Maria.
Que liberdade de expressão é esta que alguns têm exercido, não respeitando nem o ‘seu próprio’ nem o ‘dos outros’? Que ‘selvagens’ têm se tornado as manifestações públicas! Quanta irresponsabilidade, quanto desconhecimento sobre democracia; pouca decência e pouca linha! Simplesmente, ‘animal’.
Que vergonha, São Paulo!! Que vexame para o Brasil.
Num dia lindo, quatro tipos absurdos, diferentes e complementares, sem a mais remota possibilidade de se entender, se encontram numa esquina arborizada para discutir a política e a vida.
Hay apuestas inmensas
en las mesas, y algunos
sonríen al tablero.
El ansia de volver a echar los dados,
de merecer las rutas luminosas
y quedar atrapados para siempre
en casinos maléficos.
No importan ya qué cifras, qué cómputo de astros,
qué derrotas cuantiosas alarman al destino,
el impecable dueño de la sala.
Hoje, há 171.000 vagas em universidades brasileiras, a ser pleiteadas por noss@s alun@s no ensino superior. Parabéns ao governo do PT, de Dilma e Lula, pela dedicação à educação dos cidadãos brasileiros. Parabéns pelo ‘Alfabetização na Idade Certa’, pelo ‘PROUNI’ e pelo ‘Ciência Sem Fronteiras‘. Parabéns pelo ENEM e pelo SISU. Parabéns, enfim, pela democratização do ensino superior no Brasil.
Há muito se sabe que a amizade entre uma criança e um animal doméstico, cão, gato, passarinho, entre outros, tem proporcionado alegria e maturidade emocional a ela.
Em época de tantas amizades virtuais, como noto hoje em dia, e a perda do interesse genuíno pelo outro, de prestar ajuda e acudi-l@ em suas necessidades, o contato entre um animal e um ser humano poderia ser uma esplêndida oportunidade para reaprender a relacionar-se no mundo real, reaprendendo a doar-se, reaprendendo a amar.
Como sugestão, vejam este artigo e as fotos abaixo.
Lula vai se tornando inesquecível porque fez por 36milhões de cidadãos brasileiros o que precisava ser feito há muito tempo: criou-lhes oportunidades e direitos para que estes pudessem comer melhor, vestir-se melhor, adquirir uma casa de alvenaria, terminar os estudos primários, secundários e cursar uma ‘faculdade’.
Um homem, como ele, na condição de presidente, tinha a responsabilidade, o dever, o compromisso de cuidar da população mais necessitada, como a população brasileira do início do século XXI. Se não o fizesse, teria falhado em seu papel, deixando-a onde sempre esteve e de forma resignada, na pobreza e na ignorância. Por sua vez, a camada mais carente da sociedade brasileira, não podia ser tão insipiente a ponto de não querer ou não valorizar os bens materiais e culturais que passou a desfrutar desde então. Abraçou-os com fervor.
Das inúmeras dicussões e artigos que ainda existem contra o ex-presidente, e que acompanho com frequência na mídia, o ‘ranço’ principal que é dirigido a Lula, penso que se deve ao fato de ele ter ajudado os 36 milhões de cidadãos a progredirem na vida, subindo das classes D e E para a C. Esse fato acabou por incomodar os que até então reinavam sozinhos em melhores condições financeiras, sociais e culturais no Brasil. Pareceu (e parece) ser uma ofensa para estas pessoas o fato de terem perdido o seu exclusivo lugar ao sol para a massa; pareceu-lhes (e parece) inconcebível e inaceitável que os pobres tenham subido ‘dois degraus’ econômica, social e culturalmente e que, agora, tenham uma vida mais ilustrada e confortável, uma vida mais digna de ser vivida.
Em um reino distante Um rei tão brilhante Resolveu um castelo construir A floresta devastou A procura de espaço Expulsando quem vivia ali Desviou o rio inteiro Só pra ter um chafariz Mas os peixes não tinham para onde ir (…)
Uruguai: o Primeiro País do Mundo a Tornar LEGAL O CULTIVO E A COMERCIALIZAÇÃO da Maconha.Por quê?
Se, como se dizia há um tempo atrás,¨sem informação não dá pra ter opinião¨, então, leiam os TRÊS artigos abaixo e tentem responder por que o Uruguai aprovou essa medida para os seus cidadãos.
Esse ano completei vinte anos como Mestra em Filosofia e devo-lhe muito por isso, Prof. Peluso. Estudar é um dos meus maiores prazeres e sua participação nessa trajetória sempre será lembrada. A propósito, em um dos primeiros encontros que tivemos em seu gabinete, para discutir qual autor utilitarista eu estudaria, o senhor, sem hesitar, me apontou John Stuart Mill. Me lembro de que me falara também de Harriet Taylor, no mesmo momento, mostrando-me a dedicatória que Mill lhe fizera no ¨Ensaio Sobre a Liberdade¨. Confesso que fiquei admirada, mas um tanto contrariada – até então eu teria preferido estudar J.Bentham, não entendia muito bem a dimensão da sua sugestão. Passaram-se alguns anos até me conhecer melhor e me convencer do seu insight, como fora certeiro. Eu e Mill tínhamos muito em comum. Aliás, eu, Mill e Harriet Taylor.
Atualmente, continuo estudando, frequentando as universidades circunvizinhas, sempre em contato com o mundo acadêmico e, ainda que nem tudo tenha saído como sonhei, o saldo me fora tão favorável que ainda usufruo daquilo que fora o começo, um feito, uma ‘arrancada’, que eu exploraria de diversas maneiras até hoje. Nas palavras de Mill, talvez, ¨uma árvore que cresceria em todas as direções¨.
Gostaria que soubesse que desfruto de uma liberdade relativa, com pouco ou nenhum sofrimento; que me realizo diariamente, trabalhando ‘Filosofia com Crianças’, e que me lembrarei com carinho das aulas, debates e reuniões que o senhor idealizara para o grupo de mestrand@s da PUCC e bolsistas do CNPq, do qual eu também fiz parte.
Vacina contra o cigarro é criada por cientistas. Ela tem um vírus geneticamente modificado que tira o prazer do fumante ao tragar e limpa até 85% da nicotina no cérebro. Foi testada com sucesso em ratos.
‘Temos muita esperança de que esse tipo de estratégia, de desenvolvimento da vacina, possa finalmente ajudar milhões de fumantes que tentaram parar, tentaram todos os métodos existentes no mercado hoje, mas sentem que a dependência por nicotina é tão grande que acaba derrotando todas essas abordagens atuais’, afirmou um dos responsáveis pela vacina.Leia mais em http://migre.me/9H1dj
REFLEXÕES
1.Todas as invenções científicas são boas?
2.Você conhece alguma que tenha sido comprovadamente ruim?
3.O que lhe parece esta, contra o vício de fumar?
4.Você seria cobaia (voluntária) para este tipo de ¨invenção para a humanidade¨, ¨para o bem geral¨, ¨para o bem de todos¨? Ou, preferiria ganhar dinheiro sendo cobaia?
5.O cigarro é uma droga legal, quer dizer, com venda permitida. Por que as pessoas gostam tanto das drogas, legais ou ilegais? O que elas têm, afinal, que tanto atrai crianças, jovens e adultos?
A Tuca Vieira, fotógrafo independente, artista e autor da famosa imagem, que eu chamo de¨Paraisópolis e Morumbi¨, prazer em conhecê-lo e parabéns pelos seus trabalhos.
O artista está expondo suas obras na Galeria Mario Schenberg – Complexo Cultural Funarte São Paulo.
Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP).
De 19 de novembro a 16 de dezembro | De segunda a quinta, das 10h às 18h; de sexta a domingo, das 15h às 21h. Entrada franca.
¨A exposição propõe uma reflexão sobre temas contemporâneos, como o excesso de imagens, o voyeurismo, o mapeamento e a tecnologia digital. “Tenho fascínio pela imagem do Copan e penso que o fotógrafo deve mostrar o que as pessoas não veem”, diz o artista. “Na exposição, quis mostrar quantas fotografias pode haver dentro de uma só”, completa. “Os conceitos de fragmentação e de desconstrução estão presentes desde o princípio, já que o próprio edifício é uma construção e cada janela, um fragmento”, diz Tuca. “Há um jogo de montagem e desmontagem dessa imagem, que é o próprio conceito do trabalho. Cabe ao observador compor e recompor o edifício em sua imaginação”.¨
A divertida Banda Norueguesa Ylvis: Vegard e Bård. Para esclarecimento público, a Banda Norueguesa Ylvis não compõe a ‘Geração Nem-Nem’.
Sua canção mais ouvida: https://www.youtube.com/watch?v=jofNR_WkoCE
REFLEXÃO:
Será que a divulgação de músicas divertidas, engraçadas e recreativas entre os jovens ‘nem-nem’ brasileiros não está colaborando para aumentá-los ou para aliená-los ainda mais?
A CAPOEIRA é um esporte genuinamente brasileiro; trata-se de um JOGO de influências africanas. A música é um dos seus principais componentes e o berimbau o instrumento que o ‘embala’.
A CAPOEIRA também é considerada uma ARTE MARCIAL*, ou seja, é um esporte de defesa, sem arma, onde estão envolvidos o desenvolvimento físico, mental e espiritual da pessoa. Nele se somam movimentos ágeis e complexos, cabeçadas, joelhadas, cotoveladas e acrobacias no solo ou no ar.
A palavra CA-PO-EI-RA vem de KA’A (mata) + PÚER (que foi), relacionada ao lugar onde os escravos negros se escodiam quando fugiam das fazendas e eram perseguidos pelos capitães-do-mato. (pt.wikipedia.org/)
* MARCIAL, termo usado em homenagem a Marte, o Deus da Guerra, na cultura romana.
(Conto árabe in: Heinz Janisch. O gato esperto: os mais belos(…)bichos de todo o mundo. São Paulo, Salamandra,2007)
Um camelo pôs-se a observar uma formiga que carregava um talo enorme nas costas, dez vezes maior do que ela, e só com muitos passinhos seguia adiante. Até que se aproximou dela e disse-lhe:
_ Formiguinha, quanto mais tempo eu a observo, mais a respeito. Você parece incansável! Se eu precisar carregar um único saco, tão pesado quanto eu, não saio do lugar. Como você consegue se dedicar tão bem a esse trabalho pesado?
Voltando-se para o camelo, a formiguinha respondeu:
_ Eu trabalho para mim e para minha família, enquanto você trabalha para os seus senhores, seus donos. Quando eu carrego este talo, faço isso porque quero e porque sei que me será útil. Se você carrega algo, só tem uma certeza: que o seu senhor, o seu dono, o obriga a isso.
E desse conto se extrai uma bela lição: como seria bom se todos pudessem ter independência na vida pessoal e nos negócios.
¨Nossas universidades são avaliadas pelo número de artigos científicos que seus cientistas publicam em revistas internacionais, em línguas estrangeiras. Gostaria que houvesse critérios que avaliassem nossas universidades por sua capacidade de fazer o povo pensar.¨ Estamos a caminho.
Conta-se que, num município do interior, um grupo de jovens se divertia muito com um ‘estonteado’, um pobre coitado, considerado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas na cidade. Diariamente, eles o chamavam e pediam que escolhesse entre duas moedas: uma grande, de 25 centavos, e outra menor, de 50. Ele sempre escolhia a moeda maior e de menor valor, a de 25, o que era motivo de riso para todos. Então, certo dia, um dos membros do grupo chamou-o num canto e perguntou-lhe se ele ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos. ‘Eu sei’, respondeu o rapaz, ‘ela vale duas vezes menos que a outra, mas no dia em que eu escolher a de 50, a minha fonte de renda acabará’.
(Frei Bento)
Atividade:
Leia o texto acima com atenção, reflita e faça perguntas para debatermos em sala de aula. Bom trabalho!
Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconsequente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d’água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcaloide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.
De acordo com o educador indiano, é possível utilizar instrumentos simples – estes, produzidos pelas próprias crianças – para ensinar princípios básicos de ciência e de design.
Penso que é uma decepção para o município de Campinas.SP, e também uma decepção com os cidadãos da cidade que, no Outono/Inverno 2013, não demonstraram cuidados suficentes contra o Aedes aegypti. Há apenas quinze dias entramos na Primavera, época de calor e grande volume de chuva, quando os mosquitos começam a criar rapidamente, e a cidade já apresenta uma epidemia de dengue. Decepcionante também é o descaso constante da população com o lixo que produz, favorecendo a manutenção de um ambiente insalubre nos bairros mais afastados do centro. Simplesmente, estamos engatinhando em consciência sanitária. Que pena.
ASSISTAM AO VÍDEO ABAIXO E ENTENDAM A PROLIFERAÇÃO DO MOSQUITO NA CIDADE:
ÉTICA e FILOSOFIA da ARTE. O nosso dia a dia.
Obrigada por fazer-me ver que a vida é mais simples do que pensamos. Nós evoluímos, simplesmente evoluímos.
Venía a contaros que he perdido el bozal. Y que lo raro no es que se me haya caído en algún lugar del paseo que recorremos la perra y yo, sino que, no habiendo nadie más en el horizonte, al volver a realizar el trayecto pero al revés, el dichoso bozal no apareció. Y no había nadie que lo hubiese cogido para sí mismo.
Pero resulta que WordPress me felicita porque este blog cumple cinco años. Justamente hoy. Cinco años. Y si, tal y como realicé aquel paseo al revés hace unos días, me pusiese a caminar por mis recuerdos de estos cinco años acabaría obteniendo una relación detallada de todos los bozales que he perdido. Algunos no serán sencillos de reemplazar; no será tan fácil como acudir a una tienda de productos para mascotas y escoger la talla que corresponde. No podrán ser sustituidos, de hecho. Otros simplemente tuvieron…
Estou assistindo ao jogo entre o Barcelona e o Ajax. Estou vendo Neymar em campo e, infelizmente, não é mais o mesmo. Perdeu seu sorriso e a vivacidade nos olhos. Mudou o cabelo, cortou-o sem estilo. Está tímido, perto dos jogadores europeus e de outros grandes do futebol. Está submisso e sem espontaneidade. Fisionomia ‘pesada’ e apagada. Apenas mais um escravo do dinheiro.
Neymar Júnior. Barcelona 2013
ATUALIZAÇÃO
20-12-2013
Neymar já está mais leve em campo e fazendo sucesso no Barcelona. Comprovem no link abaixo:
Um dia, um cervo, olhando-se dentro de um lago, observou quão finas, compridas e feias eram suas pernas e, quão linda e vistosa era a sua galhada, sobre a cabeça. Então, pensou: por que eu teria nascido desse jeito, com uma parte tão bela e outra tão repugnante?
Nesse ínterim, um incêndio se instalou na floresta. Sentindo um calor imenso se aproximando e vendo tantos bichos correndo, apavorados de medo, decidiu sair velozmente. Conforme corria, pensava: que felizardo eu sou por ter essas pernas, conseguirei escapar desse sufoco!!
Obrigada, Presidente Lula e Presidenta Dilma, pelo Bolsa-Família, pelo PROUNI e pelo Petróleo do Pré-Sal; pelo CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS,BRASIL CARINHOSO, ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA e MAIS MÉDICOS.
Aproveito esse Dia da Pátria para parabenizá-los mais uma vez pela prática da justiça social e pela defesa de um país mais democrático,criando direitos àqueles que nem sonhavam com o seu significado. Como professora, agradeço-lhes, incansavelmente, por tornarem inúmer@s jovens menos ignorantes, através do PROUNI, incentivando-os a almejar uma situação de vida mais digna; também, pelo CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS e pelo ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA. O Brasil tem tudo para melhorar.
A história do ¨Sítio do Pica-Pau Amarelo¨ é considerada uma joia da literatura infantil brasileira. Seu autor, Monteiro Lobato, cresceu em um ambiente rural, em um sítio do interior do estado de São Paulo, na cidade de Taubaté, local posteriormente idealizado como o cenário de sua história.
Outro dia, inesperadamente, lendo as ¨Reinações de Narizinho¨, notei que algumas falas da boneca, Emília, quando se referiam à Tia Nastácia, carregavam raiva, discriminação e, talvez, racismo. Vocês poderiam me ajudar a pensar nisso?
1- “Não é à toa que é preta como carvão.”
2- “Não gosto de velhas, nem brancas nem pretas.”
3- “Velha burrona e beiçuda, outro dia assassinou um parente do Rabicó.“
4- “Ela nasceu preta e ainda mais preta haverá de morrer.”
Agora, ao lermos juntos outros volumes da obra de Monteiro Lobato, gostaria que procurássemos frases que lhes pareçam conter ofensas aos personagens, Tia Nastácia e Tio Barnabé, seja devido à sua raça, à sua condição social ou até mesmo à sua idade.
Em época de tanta fascinação pelo mundo digital, quando a alegria entre as crianças se volta cada dia mais a prazeres imediatos e estéreis, tomarei a liberdade de ‘reblogá-la’, querida Profa. Helena. Acho importante que @s pequen@s conheçam testemunhos de realização profissional e de felicidade, felicidade ilustrada (E.Guisán). Obrigada por suas obras, publicações, seus artigos e sua presença constante.
Aula com apoio de B.Labbé e M.Puech, ¨Filosofia para Crianças¨.
O ser humano é livre porque ele dirige a sua vida através de suas escolhas, boas ou más. Em contrapartida, os animais não são livres, eles não escolhem como será a sua vida. Dois exemplos: a abelha – um inseto que nasce para fazer mel, nada mais do que isso; o joão-de-barro – uma ave que contrói casas como nenhum outro passarinho, mas faz somente isso.
Dito de outra forma, ser livreé como nascer em um teatro e poder escolherqual será o seu personagem; os animais não escolhem nada, eles têm papéis definidos.
Agora, elenquem suas perguntas. Logo as debateremos em sala de aula. Bom trabalho.
A mãe de Bruno preparou uma torta especial e colocou dentro dela um morango inteiro. O garoto chamou seus amigos para o lanche e inventou uma brincadeira: a torta da sorte. Quem tirasse o pedaço com a fruta seria o vencedor e ganharia um presente.
Bruno, Ana, Dênis, Cecília e Jorge examinaram bem a torta, tentando achar algum sinal do morango e pegar o pedaço cobiçado. Cecília foi a primeira a notar uma saliência na torta, e Bruno viu uma pontinha vermelha aparecendo. Em seguida, os outros colegas também perceberam isso, e agora todos querem o mesmo pedaço.
Para acabar com a discussão, eles resolvem entrar num acordo: a mãe de Bruno corta e separa a torta em cinco pedaços. Depois, de olhos vendados, Ana sorteia a parte que cabe a cada um. Como a menina não vê nada, o que conta é a sorte, e não haveráinjustiça na distribuição.
As crianças inventaram uma regra de distribuição, uma regra que não favorece ninguém.Se Bruno, por exemplo, ficar com a fatia que contém o morango não há como dizer que houve injustiça. Assim, Bruno vai ganhar o presente e todos terão de aceitar esse fato. Ninguém poderá dizer: “Não é justo que ele ganhe.” Isso porque todos sabem que é justa a regra da partilha, da divisão, decidida de comum acordo. A justiça é antes de tudo, uma questão de partilha, de divisão.
Reflexão: Se todos os habitantes da Terra tiverem, igualmente, um prato de arroz e feijão para comer por dia, ninguém vai pensar que isso é injusto. Porém, se alguns homens tiverem esses alimentos em quantidade 50 vezes maior, além de carnes, pães e doces à vontade, enquanto muitos outros morrem de fome, não podemos dizer que isso seja justo. Há injustiça, portanto, quando a divisão não é feita com igualdade.
Uma das maiores satisfações minhas na internet é a de encontrar pessoas que eu julgava ‘escondidas’, em algum lugar do mundo, mas que eu não conseguiria mais ter notícias. Também, a de encontrar antigas e novas obras filosóficas, à mão, essas, que me dão tanto entusiasmo ao lê-las!!
Pois, há quinze dias atrás, tive o prazer de deparar-me com ¨UTILITARISMO EM FOCO – UM ENCONTRO COM SEUS PROPONENTES E CRÍTICOS¨ (Florianópolis, Editora da UFSC, 2007), organizado pela Profa. Maria Cecília Maringoni de Carvalho*, com quem eu aprendi o que sei sobre Lógica e Epistemologia, desde a graduação até o mestrado em Filosofia, na PUCCamp (1987-1993).
Completando vinte anos como Mestra, gostaria de deixar-lhe, Profa. Cecília, meus agradecimentos por esse livro que, obviamente, me enriquecerá ainda mais acerca do tema.
Ocorre-me agora comentar que, com alguma frequência, me lembro de K.Popper e do¨Problema da Indução¨; de falácias estudadas e, principalmente, do dia em que me apresentara ao ¨MANIFIESTO HEDONISTA¨, de Esperanza Guisán, retirando-o de sua própria estante, época em que estivera lecionando em Campinas.SP. Esse livro, há que se dizer, modificou sobremaneira a minha trajetória acadêmica: conheci um novo país, fiz vári@s amig@s, deixei e trouxe muitas recordações.
Tópicos. Opinión. Reflexionando
A GALIZA, POR CARLOS DURÁN.
¨O que puido ser. O que é.¨
Levaba tempo sen escribir no blogue, por preguiza principalmente, pero sempre hai algo que prende lume na cabeza e que fai que esa voceciña que levas dentro diga “vou facer un post sobre isto”.
1- Ainda que não desapareçam, por que os crimes hediondos (sequestros, latrocínios e guerra entre traficantes) têm caído quando se tem um megaevento no país?
2-Haverá alguma ética (o ‘pensar nas outras pessoas e querer ajudá-las’) no submundo da sociedade?
3-Será que os delinquentes, assassinos e ladrões, contemplam alguma moral, universalmente válida?
4-Existirá respeito a algum conjunto de valores entre os homens e mulheres vis da sociedade?
5-Por que nos dias em que o Papa Francisco visita o Brasil tem prevalecido uma trégua na violência urbana carioca, ou seja, na violência do estado do Rio de Janeiro?
6-Haverá alguém que conduz o comportamento dos chamados ‘fora da lei’?
7-Ou, existirá algum pacto (acordo), velado, entre ‘os o bem e os do mal’?
Podemos pensar?
Assistam ao vídeo abaixo, da TVEstadão. Talvez vocês sintam o mesmo que eu.
Tem muita gente vindo ao Brasil para a JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE, jovens de todas as partes do mundo. O QUE IRÁ ACONTECER? HAVERÁ PROTESTOS? SERÃO PACÍFICOS E CIVILIZADOS? COLOCARÃO A VIDA DE JOVENS ESTRANGEIROS E DO PRÓPRIO PAPA EM RISCO? CONFESSO QUE TENHO MEDO.
Ainda que muitas manifestações populares tenham sido feitas no mês de Junho de 2013, cobrando mais ação dos políticos nas cidades, nos estados e no próprio país, há muitas atitudes que nós, cidadãos, também temos que ter presentes no dia a dia. Então, lanço o seguinte questionamento:
O que eu DEVO FAZER para AJUDAR a minha “PÓLIS” (cidade)?
Sugestões:
1 ) Economizar ÁGUA;
2) Fazer COLETA SELETIVA do LIXO;
3) Combater a proliferação do Aedes aegypti;
4) Respeitar o patrimônio público e privado impedindo as PICHAÇÕES;
5) Respeitar o TRÂNSITO;
6) Usar o DIÁLOGO como forma de encaminhar pedidos aos políticos competentes, PREFEITO e VEREADORES.
Todas estas atitudes compõem um ótimo exercício de cidadania e contribuem para o andamento ideal da cidade.
Para Ana, Eva, Mery e Noela (por orde alfabética de autor)
(O título é o segundo verso do poema de Rosalía de Castro “Ti onte, mañán eu”, do libro de poemas Follas novas)
Pretendía escribir hoxe do que se sinte cando o chega o día no que unha deixa de exercer a súa profesión durante máis dunha década. É o que unha sinte é o resultado de meterse moita morfina subxectiva. Quizais cando pasen estes efectos secundarios, quen sabe…
Podería escribir sobre os finais das relacións de traballo con xente, compañeiras, coa que unha leva compartindo case cinco anos. Sobre os bos momentos sobre todo, que houbo máis. E acerca da capacidade para facer sinxelos estes días. E do seu talento para interrumpir e dar portazos e para tirarme do xenio. Pero especialmente, da súa profesionalidade, disposición e actitude colaborativas, das súas aptitudes, do seu compromiso.
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