‘Meghan Markle | Transformation From 1 To 36 Years Old.’ – YouTube

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Para um Carnaval reflexivo !

¨O Segundo Sexo¨. PDF

http://brasil.indymedia.org/media/2008/01/409660.pdf

http://brasil.indymedia.org/media/2008/01//409680.pdf

¨Inversão? Campanha traz mulheres de terno e homens nus.¨ — VEJA.com

A marca holandesa Suistudio fez uma campanha polêmica para apresentar a sua última coleção. Usando a hashtag #notdressingmen, ou seja, não vestimos homens, as fotos traziam mulheres de ternos, em posições de poder, ao lado de homens completamente nus. Veja tambémEconomiaNão sou vítima, diz modelo de polêmica campanha da Dove10 out 2017 – 18h10EconomiaBares e…

via Inversão? Campanha traz mulheres de terno e homens nus — VEJA.com

Dia Internacional da Mulher 2017. ‘Cuando Mill defendió el sufragio femenino se rieron de él.’ ‘La Voz de Galicia’


¨Cuando Mill defendió el sufragio femenino se rieron de él.¨

Esperanza Guisán

La Voz de Galicia’.  Luís Pousa. 28/1/2009

Esperanza Guisán, catedrática de Ética de la Universidade de Santiago, acaba de publicar en el sello Anthropos su ensayo ‘Una ética de libertad y solidaridad: John Stuart Mill’ , en el que vuelve a adentrarse en el pensamiento del filósofo inglés, del que ya tradujo y prologó en su día ‘El utilitarismo’ . Ahora Guisán se centra en los aspectos éticos de la obra de Mill y apuesta sin titubeos por la sabia receta del británico, que quería sumar liberalismo y socialismo democrático en una misma ecuación. -¿Cómo se pueden compaginar las tesis liberales y socialistas? -El pensamiento de Mill es muy actual, porque aboga por el bienestar de la humanidad defendiendo al mismo tiempo la libertad individual y económica, o sea, el liberalismo y la igualdad, pero sin recurrir a la violencia, que es lo que diferencia el socialismo democrático del totalitario. Con esta fórmula, sostenía Mill, combinando libertad y solidaridad, se puede desarrollar una ética de la felicidad. -¿Es factible esa ética de la felicidad en los tiempos que corren? -Sí, porque la felicidad de la que él habla es la de la satisfacción personal, no la del consumismo y el bienestar exclusivamente material. Mill apuesta por el desarrollo personal, intelectual, psicológico y afectivo. Lo importante, subraya, es la satisfacción personal y él lo explicaba muy bien al decir que su padre, James Mill, al morir, había dejado la humanidad mejor de lo que la había encontrado, y él aspiraba a lo mismo, a poder decir al final de sus días que había cumplido dignamente con su tarea. -También destaca que Mill fue un precursor en la defensa de los derechos de la mujer. -Sí, porque él fue el primero en defender el sufragio femenino en el Parlamento inglés, y cuando lo hizo se rieron de él y se publicaron muchas caricaturas en las que aparecía vestido de mujer y rotulado como «la señorita Mill». Incluso fue excluido de las listas del Partido Liberal, cuyos dirigentes consideraron que era demasiado socialista para sus filas. Sin embargo, un año después de la propuesta de Mill, que fue recibida con tantas burlas, se aprobó en Inglaterra el derecho de las mujeres a votar. -Era eso que ahora tanto cita Zapatero, un optimista antropológico. -Es un optimista tremendo. Defiende que uno puede ser más feliz haciendo felices a los demás que buscando la propia felicidad, algo que no sé si se entendería hoy demasiado bien… Pero tampoco cree que todos seamos egoístas o altruistas por naturaleza, sino que sostiene que esto depende de la educación que recibamos. -Y, como profesional de la educación superior, ¿cree que la enseñanza puede contribuir de algún modo a esa mejora? -Pues yo creo que una asignatura tan denostada como Educación para la Ciudadanía si se imparte de forma correcta, sin dogmatismos, puede ayudar a que los estudiantes se preocupen más por el Tercer Mundo o por la situación de las personas sin techo, y a que aprendan a ser más solidarios. Claro que esto funciona siempre que la asignatura no consista en una mera memorización de los contenidos del Estatuto y la Constitución. -Usted también promueve, desde la Sociedad Iberoamericana de Estudios Utilitaristas, la aplicación de las tesis de filósofos como Mill o Hume. -Somos un grupo de profesores de las universidades de A Coruña y Santiago que estamos en contacto con profesionales de España, Portugal y de Latinoamérica para abrir el debate en cuestiones como la ética, con implicación en temas de actualidad, como la eutanasia o el aborto. Porque la gente cree que los filósofos somos unas personas que nos limitamos a hablar de cosas muy raras, pero también nos ocupamos de la realidad.

Todos os direitos reservados a ‘La Voz de Galicia’.
http://www.anthropos-editorial.com/biblioteca/pdf/Unaeticalibertad_2009_LaVozdeGalicia.pdf

Dia Internacional da Mulher 2017

Por Cinzia Arruzza e Tithi Bhattacharya. / “Se houver êxito, a greve internacional das mulheres marcará um salto qualitativo e quantitativo no longo processo de reconstrução das mobilizações sociais em escala internacional contra o neoliberalismo e o imperialismo, as quais vários movimentos dos últimos anos, tais como o Occupy Gezi Park, os Indignados, o Standing Rock e o Black Lives Matter, deram forma. Isso também sinalizará a possibilidade concreta de um movimento feminista novo, poderoso, anticapitalista e internacionalista.”

via O significado da greve das mulheres neste 8 de março — Blog da Boitempo

Ética e Filosofia da Arte. Mulheres e Feminismo

Daniela Lima / “Mais de um século após a publicação de Reivindicação dos direitos da mulher, Nise via erguerem-se em tono de si muros semelhantes aos que separavam Mary Wollstonecraft de conquistar a cidadania plena. A conquista dos direitos pelas mulheres nunca é permanente. É necessário um estado de constante vigilância diante dos possíveis retrocessos. Nise não foi enviada à guilhotina, como aconteceu com Olympe de Gouges, mas teve que estremecer o muro tão sólido quanto invisível da falsa razão.”

via A potência do não: Nise da Silveira e Mary Wollstonecraft — Blog da Boitempo

Fixo 13 (14). Filosofia da Arte e Ética. Escritos de FLORBELA ESPANCA

Florbela Espanca, uma escritora que sempre me impressionou, principalmente pela sua concepção do amor e do casamento.

O Sucesso para um Grande Amor’
FLORBELA ESPANCA
Estou contente porque a minha querida não tem ainda o afecto exclusivo e único que há-de sentir um dia por um homem, apesar de todas as suas teorias que há-de ver voar, voar para tão longe ainda!… E no entanto, elas são tão verdadeiras! Ainda assim, minha querida Júlia, uma das coisas melhores da nossa vida de tão prosaico século, é o amor, o grande e discutido amor, o nosso encanto e o nosso mistério; as nossas pétalas de rosa e a nossa coroa de espinhos. O amor único, doce e sentimental da nossa alma de portugueses, o amor de que fala Júlio Dantas, «uma ternura casta, uma ternura sã» de que «o peito que o sente é um sacrário estrela­do», como diz Junqueiro; o amor que é a razão única da vida que se vive e da alma que se tem; a paixão delicada que dá beijos ao luar e alma a tudo, desde o olhar ao sorriso, — é ainda uma coisa nobre, bela e digna! Digna de si, do seu sentir, do seu grande coração, ao mesmo tempo violento e calmo. Esse amor que «em sendo triste, canta, e em sendo alegre, chora», esse amor há-de senti-lo um dia, e embora morto, perfumar-lhe-á a alma até à morte, num perfume de saudade que jamais o tempo levará!
No entanto, o casamento é brutal, como a posse é sempre brutal, sempre! O melhor beijo, o beijo mais doce, aquele que se não esquece nunca, é aquele que nunca se deu, disse-o um dia um poeta, e eu creio. Só para as mulheres, as tais mulheres mais animais que espirituais, é que o casamento não é a desilusão de sempre, — mas então nós? Se ganhamos um grande amigo, o que nós sofremos muitas vezes! A revolta de tudo quanto há de delicado em nós, e que se ofende e se indigna com as afrontas que são afinal uma grande lei da Natureza! E não há homem, por superior que seja, que com­preenda esta revolta e que a desculpe! Em tudo eu penso exactamente o mesmo que a minha querida Júlia; não há nada, tanto para os homens como para a mulher, que valha a liberdade tanto alma como de pensa­mento. É o casamento um grilhão de flores e risos? De acor­do, mas é sempre um grilhão. Ria, pois, e cante com a sua bela alegria, ame doidamente alguém, mas nunca abdique nem uma só das suas graças, nem uma só das suas ideias que lhe fazem vincar a fronte às vezes com uma pequenina ruga de capricho e insolência, que fica tão bem às mulheres boni­tas; não ajoelhe nunca, porque está nisso o nosso grande mal, o nosso profundíssimo erro; nós invertemos muitas vezes os papéis, e em proveito deles, e depois as consequências são muitas vezes as paixões que devastam uma vida inteira por criaturas que se dignam dar, por último, como humilde mortalha, um olhar de compaixão! O melhor de todos os homens não vale um fanatismo, creia-me, e embora a nossa alma, com essa ânsia de amor, de ternura que canta sempre em nós, se lhes dedique completamente, que eles o não sai­bam nunca, que não suspeitem sequer!… Abdicando um grau da nossa realeza, teremos de descer sempre, sempre, até ao fim. Não é verdade isto?
Florbela Espanca, in “Correspondência (1916)”

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