Antropologia. Zeus e Star Wars

Com alun@s geniais eu cresço muito a cada dia!

“Que tal, me perguntou M., se juntarmos a sua história de Zeus com a minha leitura de Star Wars em quadrinhos, agora, professora?” Claro, respondi eu. E assim foi a aula da semana, muito longe da planejada, cheia de espontaneidade e emoção. Muito obrigada aos meus pequen@s-grandes amig@s do dia a dia!

ANTROPOLOGIA. Ártemis, a deusa da Caça.

Antropologia
Pensando nos COSTUMES, HISTÓRIAS e TRADIÇÕES de cada povo e país
Mitologia Grega
Ártemis, a deusa da Caça.

ANTROPOLOGIA. Posseidon, Deus dos Mares.

Posseidon, o Deus dos Mares

Posseidon, irmão de Zeus, era o Senhor dos Mares. Tinha um temperamento bastante instável: seu humor mudava rapidamente de um momento para o outro, podendo se tornar violento. Nesta hora, batia com seu tridente no chão, fazendo a terra estremecer, abrindo enormes fendas. Ele adorava correr o mar com sua carruagem puxada por cavalos brancos. Os antigos diziam que este passeio é que criava as ondas que conhecemos, algumas gigantescas. Posseidon casou-se com Anfitrite com quem teve um único filho, TRITON.

Na Ilíada ele é representando como deus supremo do mar, controlando marés, correntes e tempestades. Assim, os navegantes oravam a ele para que lhes desse boas águas para terem viagens seguras e ventos que lhes fossem favoráveis.

Ele era também dono da magnífica ilha de Atlântida.

ANTROPOLOGIA. A Caixa de Pandora. O Início do Mundo? Mitologia Grega

 A Caixa de Pandora

A Lenda do Início do Mundo?

Pandora teria sido a primeira mulher que existiu, criada por Hefesto (deus do fogo, dos metais e da metalurgia) e Atena (deusa da estratégia em guerra, da civilização, da inteligência e sabedoria, da arte, da justiça e da habilidade) auxiliados por todos os deuses e sob as ordens de Zeus. Cada um lhe deu uma qualidade. Recebeu de um a graça, de outro a beleza, de outros a persuasão, a inteligência, a paciência, a meiguice, a habilidade na dança e nos trabalhos manuais. Somente Hermes contribuiu negativamente, colocando em seu coração a traição e a mentira.

Então, Zeus a destinou à espécie humana e logo foi enviada a Epimeteu. Este, vendo a sua radiante beleza, esqueceu o que lhe fora dito pelo irmão, que não aceitasse nada que viesse dos deuses, e a tomou como esposa. Por sua vez, Epimeteu tinha em seu poder uma caixa, caixa esta que continha ‘todos os males do mundo’. Então, avisou a mulher que não a abrisse, sem lhe dar maiores razões. Contudo, com o passar do tempo, Pandora não resistiu à curiosidade. Abriu-a e os males escaparam. Dali em diante, todos os seres humanos foram acometidos pelas desgraças que conhecemos: a fome, as doenças, as guerras, as catástrofes naturais, etc..

Mensagem: Controle a sua curiosidade diante de links na internet, emails de pessoas estranhas ou ao encontrar pacotes fechados por aí! Pense nisso.

Reflexão: Por acaso esta história o faz pensar em alguma outra história? Qual?

Pandora

Pandora

AnTroPoLoGiA. A Caixa de Pandora. O Início do Mundo? Mitologia Grega

LIEBSTERBLOGAWARD MLD

A Caixa de Pandora

 Pandora teria sido a primeira mulher que existiu, criada por Hefesto (deus do fogo, dos metais e da metalurgia) e Atena (deusa da estratégia em guerra, da civilização, da inteligência e sabedoria, da arte, da justiça e da habilidade) auxiliados por todos os deuses e sob as ordens de Zeus. Cada um lhe deu uma qualidade. Recebeu de um a graça, de outro a beleza, de outros a persuasão, a inteligência, a paciência, a meiguice, a habilidade na dança e nos trabalhos manuais. Somente Hermes contribuiu negativamente, colocando em seu coração a traição e a mentira.

Então, Zeus a destinou à espécie humana e logo foi enviada a Epimeteu. Este, vendo a sua radiante beleza, esqueceu o que lhe fora dito pelo irmão, que não aceitasse nada que viesse dos deuses, e a tomou como esposa. Epimeteu tinha em seu poder uma caixa, que outrora lhe haviam dado os deuses, caixa esta que continha todos os males do mundo. Então, avisou a mulher que não a abrisse. Contudo, Pandora não resistiu à curiosidade. Abriu-a e os males escaparam. Dali em diante, todos os seres humanos foram afligidos pelas desgraças que hoje conhecemos, como: a fome, as doenças, as guerras, as desgraças naturais, etc..

Mensagem: Controle a sua CURIOSIDADE ao abrir links na internet ou encontrar pacotes fechados por aí! Pense nisso.

REFLEXÕES
1- E Eva? (R.R.C.P.)
2- Eva e Pandora não poderiam ter sido criadas no mesmo dia, na mesma hora? (A.V.R.)
3- Por que sobrou somente a esperança dentro da caixa? (D.S.D.)
4- O que aconteceu com Pandora depois que ela abriu a caixa? Qual foi o seu destino? (P.M.)
5- Epimeteu e Pandora é o mesmo que Adão e Eva? (G.B.H. e V.B.)
6- Os greg@s ainda acreditam nessa versão do começo do mundo? (B.L.C.)

Pandora

ANTROPOLOGIA. ATENA. A DEUSA DA INTELIGÊNCIA

LIEBSTERBLOGAWARD MLD

Atena, a deusa da inteligência e da sabedoria, era a filha favorita de Zeus. Nascida guerreira, com um capacete na cabeça, estava sempre em companhia de Nike, a deusa da vitória.
A deusa da sabedoria animava os exércitos que lutavam por causas justas, não por ambição. Em tempos de paz, ela inspirava artistas e artesãos.
De seu templo, o Pártenon, na Acrópole (‘cidade alta’), de Atenas, com uma coruja no ombro, vigiava e protegia as cidades gregas.

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Antropologia. Zeus e Eros

LIEBSTERBLOGAWARD MLD

Zeus, deus dos trovões, senhor do Olimpo, era filho de Cronos e Reia. Cronos tinha o hábito de devorar seus próprios filhos para que não tomassem seu lugar no trono. Até que nasceu Zeus e sua mãe, Reia, já cansada de tanto sangue e sofrimento, deu a Cronos uma pedra para comer no lugar de Zeus, salvando sua vida.
Assim que Cronos descobriu que tinha engolido uma pedra, em vez do filho, saiu à procura de Zeus mas não o encontrou. Zeus estava sendo criado no bosque de Creta e foi alimentado com mel e leite de cabra. E assim quando cresceu foi a caminho do  pai para combatê-lo. Quando se encontraram, Zeus obrigou seu pai a engolir uma bebida mágica, que restituiu todos os filhos que no passado tinha devorado. Foi então que Zeus conheceu seus quatro irmãos: Deméter, Poseidon, Héstia e  Hades. Faltou apenas Hera que, como Zeus, foi poupada e não estava ali. Zeus ainda liberou ciclopes que deu a ele o Raio. Então, após dez anos, que foi o tempo que durou a guerra, Zeus subiu ao Olimpo junto com Poseidon e Hades, que o ajudaram a destruir Cronos e, então, comandaram o Céu, a Terra e os demais deuses.
Zeus tinha o poder dos fenômenos atmosféricos: fazia relâmpagos e trovões e, com sua mão direita, lançava a chuva, ou seja, podia usar sua força para destruir mas também para construir.
Zeus casou-se três vezes: sua primeira esposa foi Métis, a deusa da prudência, e com ela teve sua filha, Atena. Sua segunda esposa foi Têmis, a deusa da justiça. E sua terceira esposa foi sua própria irmã, Hera, e com ela teve vários herdeiros, mas o único que foi filho legítimo de Hera e Zeus foi Ares, deus da guerra. Hera era muito ciumenta e agressiva haja vista o desrespeito de Zeus com ela: tinha muitas amantes e também acabou tendo muitos filhos fora de seu casamento. Zeus usava seu poder de sedução e até usava as mais belas metamorfoses para conquistar as mulheres. As mais conhecidas foram: o ¨Cisne de Leda¨ e o ¨Touro da Europa¨.
Na mitologia grega, Europa era filha do rei da Fenícia, Agenor, e irmã de Cadmo. Foi raptada por Zeus que disfarçou-se de touro para que sua ciumenta mulher, Hera, não percebesse. Ele levou Europa para Creta, onde desembarcou na praia de Matala, o que levou Cadmo a procurá-la e, na jornada, fundar a cidade de Tebas. Em Creta, Europa teve três filhos: Minos, Radamanto e Sarpedão.

Na mitologia grega, Europa era filha do rei da Fenícia, Agenor, e irmã de Cadmo. Foi raptada por Zeus que disfarçou-se de touro para que sua ciumenta mulher, Hera, não percebesse. Ele levou Europa para Creta, onde desembarcou na praia de Matala, o que levou Cadmo a procurá-la e, na jornada, fundar a cidade de Tebas. Em Creta, Europa teve três filhos: Minos, Radamanto e Sarpedão.

Zeus é o deus que dá ao homem o caminho da razão.
(Fernanda Lima/ infoescola.com)

Eros é considerado pelos gregos o deus do amor. Entre os romanos, ele era conhecido como Cupido. Há várias versões sobre a história deste deus. Segundo Hesíodo, na sua obra Teogonia, e Empédocles, filósofo pré-socrático, ele era descendente do Caos, sendo assim uma divindade primordial. Enquanto o Caos era o representante do vácuo primitivo reinante no Universo, Eros era a energia que organiza e unifica tudo. Através dele, tudo passava do estado caótico para a condição cósmica, ou seja, ao espaço bem ordenado.
Depois, ele passou a ser conhecido como um deus integrante do Olimpo, gerado por Afrodite e Zeus. Ele detinha uma beleza ímpar, atendia aos desejos de Afrodite, sempre pronto a disparar suas flechas do amor contra mortais e imortais, conforme as determinações maternas. Representado como uma criança, explicam algumas versões que Afrodite teria, um dia, reclamado com Métis, deusa da prudência, que o filho não crescia nunca. A amiga lhe recomendou então ter outro filho, o que propiciaria o crescimento de Eros. Isso teria realmente ocorrido depois do nascimento de Antero, considerado por alguns a divindade responsável pelo amor mútuo, o que eventualmente o opunha ao irmão.
Os romanos, embora admirassem a sublime beleza de Eros, reservavam a ele um cerimonial simples. Homero não cita Eros em nenhum momento na sua Odisséia. Cabe a Hesíodo narrar sua existência pela primeira vez, descrevendo-o como o imortal mais formoso, sedutor, apto a dominar os corações e a vencer a prudência.
O filósofo grego, Platão, em sua obra Banquete, narra a gênese de Eros de forma completamente distinta. Ele o descreve como fruto da disponibilidade de Poros, entidade que simboliza o Expediente, e da carência constante de Pínia, a Pobreza. Na festa celebrada pelos deuses para comemorar o nascimento de Afrodite, Expediente e Pinia teriam se envolvido e gerado Eros, posteriormente protegido por Afrodite, por ter sido concebido no mesmo dia em que ela veio à vida.
Mas, a se acreditar em Platão, Eros seria pobre, sujo e eternamente carente, em suma, um mendigo, herdeiro da personalidade materna e do estilo paterno de estar sempre à espera de corpos e almas lindos e perfeitos, executando constantemente ardis sutis e astuciosas intrigas; seria o símbolo do amor necessitado, que não se concretiza, pois o objeto do desejo sempre escapa de suas mãos.
A história de Eros e Psiquê é uma das mais belas e profundas. Ele se casa com a amada, mas a proíbe de ver seu rosto, pois deseja ser amado não como uma divindade, mas como um mortal. Ela, porém, vencida pela curiosidade, vale-se do momento em que ele adormece e espia sua face; ela fica tão encantada que deixa uma gota de cera da vela que ilumina seu amado, cair em seu peito. Eros desperta e fica enraivecido, deixando sua amante. Ela fica sem rumo ou, em outras versões, é castigada por Afrodite, inconformada com o fim da paixão de seu filho por Psiquê; de qualquer forma, arrependido, Eros implora a misericórdia de Zeus para a mulher amada. O deus supremo cede e torna Psiquê imortal, unindo os jovens amantes, que passam a morar no Olimpo. A bela mortal representa, segundo alguns especialistas, a espiritualidade presente no Homem, o que transforma esta lenda em penetrante metáfora sobre a relação da alma humana com o Amor. (Ana Lúcia Santana/ infoescola.com)