1998 – 2026 Vinte e Oito Anos de Filosofia na Rede Municipal de Ensino de Indaiatuba Que orgulho!
Sugestão de temas a serem estudados e debatidos sempre: ● Dia Internacional da Filosofia (UNESCO) ● Dia do Filósofo (16 de Agosto) ● A Formação da Moralidade Infantil ● Problemas Psicológicos na Infância ● Problemas Comportamentais na Infância ● Problemas de Aprendizagem na Infância ● As Drogas na Infância ● A Prostituição Infantil ● O Trabalho Infantil ● Criatividade, Curiosidade e Crítica na Era Digital
ATIVIDADES de FILOSOFIA
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Debates.
“Acabei de inaugurar esta obra em Itabira, terra natal de Carlos Drummond de Andrade. O texto é ‘Confidência do Itabirano’, o rasgo de onde surge o retrato do poeta tem a forma do mapa de Itabira. Viva Drummond!”
“Do you still think about that person?” “It happens to me,” she replied. “Often?” “A little in the morning, a little at noon, a little in the evening, a little at night.” (Marc Levy)
IAmai, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido.IICom as lágrimas do tempo e a cal do meu dia eu fiz o cimento da minha poesia.IIINádegas é importantíssimo. Grave, porém, é o problema das saboneteiras. Uma mulher sem saboneteiras é como um rio sem pontes.IVO uísque é o melhor amigo do homem: é um cachorro engarrafado.VA vida é…
En la tranquila noche, mis nostalgias amargas sufría.En busca de quietud bajé al fresco y callado jardín.En el obscuro cielo Venus bella temblando lucía,como incrustado en ébano un dorado y divino jazmín.A mi alma enamorada, una reina oriental parecía,que esperaba a su amante bajo el techo de su camarín,o que, llevada en hombros, la profunda…
Diversas atividades estão se adaptando durante essa quarentena para diminuir o contágio do coronavírus. O universo cultural não ficou de fora. Diversos museus pelo mundo inteiro disponibilizaram visitas virtuais para você mergulhar em seus acervos sem sair de casa. Que tal aproveitar o isolamento social para conhecer alguns que separamos na lista abaixo? Confira: Pinacoteca…
As miñas vilas de acollida e de nación tiveron senllos médicos homónimos traballando contra a gran peste de 1918, chamada “Peste Española”. O rianxeiro, que non se dedicaba á medicina, descolgou a bata branca para atender a súa veciñanza precisada. Quizabes motivado pola dor, datou en 1922 un dos seus maxistrais relatos: “O retrato” (Retrincos: […]
Nacida en 1991, Jarid Arraes é una das voces máis novas da poesía brasileira, concretamente da poesía brasileira escrita por mulleres negras. De feito, un artigo seu para Mulheres que escrevem, foi o que me levou a min a concebir esta serie de artigos sobre poetas negras brasileiras, debo recoñecer. Jarid non só é […]
Pasaba a nena… Nós, as predicadoras, falabamos para ela, que pasaba da man de súa nai… Pasaba a nai… Nós, as predicadoras, falabamos para ela, que pasaba dándolle a man á nena… Falabamos… Pasaban… Pasaban e pisaban as palabras caídas na sombra proxectada sobre a historia por todas as mulleres. Falabamos… […]
A terceira longametraxe de Oliver Laxe O que arde, venceu en seis das doce categorías nas que optaba a premio: obtivo os premios de Mellor Longametraxe -Miramemira, 4A4, Kowalski Films e Tarántula- e Mellor Dirección para Oliver Laxe. Os académicos e académicas tamén recoñeceron a dirección de arte de Samuel Lema e Curru Garabal, o traballo na dirección de fotografía de Mauro Herce, na montaxe de Cristóbal Fernández e no son de David Machado, Amanda Villavieja, Sergio Silva e Xavi […]
Jon Foreman: Portrait of a Land Artist. Filmed at Lindsway Bay in Pembrokeshire, Wales. Shot on a Sony FS700 with Odyssey 7Q+. Aerials with a DJI Inspire 1. Graded with Impulz Luts. Sound FX with Lens Distortion’s ‘Archetype SFX’ package.. See more of Jon’s work here .. facebook.com/SculptTheWorld
Cancelada, que se enmarca na comarca ancaresa, preparouse amodiño para recibilo ao son do paso do outono. Caeu a folla volteando as colores do vento, choveu a cachón e reventaron as fontes, aumentaron os ríos o caudal e encolleron os días facendo da aparición solar unha delicia… Cancelada ten a paisaxe da clásica tarxeta de […]
Obrigada à Profa. Jane Shirley Escodro Ferretti e ao Prefeito Sr. Reinaldo Nogueira por terem introduzido a disciplina de Filosofia na Grade Curricular do Ensino Básico da Rede Municipal de Ensino de Indaiatuba desde 1998, portanto, há 21 anos.
Por ocasião das intempéries na Educação, no nosso Brasil, em pleno 2019, felizmente, nós de Indaiatuba estamos na frente! Nós fazemos Filosofia !
Esse trabalho, que tem contribuído para a formação CULTURAL, CRÍTICA, MORAL e CIDADÃ das crianças e jovens da nossa cidade, nos enche de orgulho e se manterá sempre e cada dia mais aprimorado !
Parabéns a tod@s nós, professor@s e ex-professor@s, que constantemente nos dedicamos para que o estímulo ao PENSAR – autônomo, livre e responsável – seja o principal objetivo dessa disciplina e das nossas aulas!
Have I lived enough?
Have I loved enough?
Have I considered Right Action enough, have I come to any conclusion?
Have I experienced happiness with sufficient gratitude?
Have I endured loneliness with grace?
I say this, or perhaps I’m just thinking it.
Actually I probably think too much.
Then I step out into the garden,
where the gardener, who is said to be a simple man,
is tending his children, the roses.
Radicado em São Paulo, o estilista recifense Dinho Batista segue seu trabalho de pesquisa para transformar simplicidade em luxo. Depois de lançar uma coleção feita de feita de tressê de fitas de tecido e gorgurão, ele agora cria coletes e vestidos de festa tendo como matéria-prima a ráfia sintética. Esse item aparece muito em peças…
O SP Urban Festival faz uma edição pocket a partir desta quinta (3). Nessa versão, a Avenida Paulista e o Largo da Batata recebem projetos de arte digital. Outro ponto importante do evento é a parceria com o Maio Amarelo, iniciativa que alerta para o alto índice de mortes e feridos no trânsito. Na Avenida Paulista…
Uma réplica da Vênus de Milo, a deusa grega sem braços, recebeu duas próteses feitas com impressoras 3D como parte de uma campanha realizada pela Handicap International, nesta terça-feira, na capital francesa. A campanha — na estação de metrô do Museu do Louvre, onde está a Vênus original — busca “alertar o público em geral” sobre…
Helena Villar Janeiro Poesía mínima / Minimal Poetry Alvarellos, Santiago de Compostela, 106 páxinas, 16 € Poesía mínima, de Helena Villar Janeiro, é unha pequena alfaia, estética e litera…
Ruth Varela, Flor de Santiago COAG-Flor de Santiago, 256 páxinas, 35 €, Compostela, 2017. Non resulta, en absoluto, común atopar unha publicación como esta que nos ocupa: Flor de Santiago é, indubidablemente, un deses grandes libros que pasan por diante de cando en vez e que entendo como unha verdadeira alfaia para pór o […]
Uma mostra inédita do artista plástico Arthur Bispo do Rosário (1911-1989) vai rodar o país entre 2017 e 2018. A exposição O Grande Veleiro, que reconta a vida e a obra do sergipano, abriu nesta quinta-feira, 6 de abril, na Unidade Centro do Sesc Aracaju, onde ficará em cartaz até 23 de maio. Depois de…
Mallo é a primeira muller protagonista do Día das Artes Galegas, logo de mereceren esta honra o Mestre Mateo e Castelao. Hoxe sábado -e non só- a pintora de Viveiro é o centro de numerosas actividades en todo o país.
Um dólar e oitenta e sete centavos. Era tudo. E sessenta centavos eram em moedas. Moedas economizadas uma a uma, pechinchando com o dono do armazém, o dono da quitanda, o açougueiro, até o rosto arder à muda acusação de parcimínia que tais pechinchas implicavam. Três vezes Della contou o dinheiro. Um dólar e oitenta e sete centavos. E no dia seguinte seria Natal.
Não havia evidentemente mais nada a fazer senão atirar-se ao pequeno sofá puído e chorar. Foi o que Della fez. O que leva à reflexão moral de que a vida é feita de soluços, fungadelas e sorrisos, com predomínio das fungadelas.
Della terminou de chorar e cuidou do rosto com a esponja de pó. Postou-se junto à janela e ficou a contemplar melancolicamente um gato cinzento caminhando sobre uma cerca cinzenta num quintal cinzento. Amanhã seria Dia de Natal e ela tinha apenas um dólar e oitenta e sete centavos para comprar o presente de Jim. Estivera a economizar tostão por tostão havia meses, e esse era o resultado. As despesas tinham sido maiores do que calculara. Sempre são. Apenas um dólar e oitenta e sete centavos para comprar o presente de Jim. O seu Jim. Muitas horas felizes passara ela planejando comprar-lhe alguma coisa bonita. Alguma coisa fina, rara, legítima, algo que estivesse bem perto da honra de Jim.
Subitamente, afastou-se da janela e postou-se diante de um espelho. Seus olhos estavam brilhantes, mas sua face perdeu a cor ao cabo de vinte segundos. Num gesto rápido, soltou o cabelo e deixou desdobrar-se em toda a sua extensão.
Ora, os James Dillingham Youngs tinham dois haveres de que muito se orgulhavam. Um era o relógio de ouro de Jim, que pertencera a seu pai e a seu avô. O outro era o cabelo de Della.
O cabelo de Della, pois, caiu-lhe pelas costas, ondulando e brilhando como uma cascata de águas castanhas. Chegava-lhe abaixo do joelho e quase lhe servia de manto. Ela então o prendeu de novo, célere e nervosamente. A certo momento, deteve-se e permaneceu imóvel, enquanto uma ou duas lágrimas caíam sobre o puído tapete vermelho.
Vestiu o velho casaco marrom; pôs o velho chapéu marrom. Desceu rapidamente a escada que levava à rua. Parou onde havia um letreiro anunciando: “Mme Sofronie, Artigos de Toda Espécie para Cabelos”. Della subiu a correr um lance de escada e se deteve no alto, arquejante para recompor-se. Madame, corpulenta, alva demais, fria. – Quer comprar meu cabelo? ” perguntou Della. – Eu compro cabelo ” disse Madame. ” Tire o chapéu e vamos dar uma olhada no seu. Despenhou-se, ondulante, a cascata de águas castanhas. – Vinte dólares ” ofereceu Madame, erguendo a massa com mão prática. – Dê-me o dinheiro depressa ” pediu Della. Oh, as duas horas seguintes voaram com asas róseas. Della se pís a vasculhar as lojas à procura de um presente para Jim.
Encontrou-o, por fim. Fora feito para ele e para ninguém mais. Nada havia que se lhe parecesse nas outras lojas, e ela as revirara de alto a baixo. Era uma corrente de platina, curta, simples e de modelo discreto, proclamando adequadamente seu valor por sua mesma substância e não por qualquer ornamentação espúria. Era digna até do relógio. Tão logo a viu, soube que tinha de ser de Jim. Era como ele. Serenidade e valor ” a descrição se aplicava a ambos. Vinte e um dólares cobraram-lhe por ela, e Della correu para casa com os oitenta e sete centavos. Com aquela corrente no relógio, Jim poderia preocupar-se decentemente com o tempo na frente de qualquer pessoa. Grande como era o relógio, ele o consultava meio envergonhado devido à velha tira de couro que usava em lugar de corrente.
Quando Della chegou em casa, seu embevecimento cedeu lugar a um pouco de prudência e razão. Pegou os ferros de frisar, acendeu o gás e pôs-se a reparar os estragos causados pela generosidade acrescida ao amor. O que sempre é uma tarefa muito árdua, queridos amigos, uma tarefa gigantesca.
Ao cabo de quarenta minutos, sua cabeça estava coberta de pequenos caracóis cerrados, que a faziam parecer, admiravelmente, um menino vadio.
Às sete horas, o café estava preparado e uma frigideira quente no fogão esperava o momento de fritar as costeletas. Jim nunca se atrasava. Della dobrou a corrente no côncavo da mão e sentou-se a um canto da mesa, perto da porta pela qual ele sempre entrava. Ouviu então seus passos no primeiro lance da escada e empalideceu por um instante.
– Oh, Deus, fazei-o por favor achar-me ainda bonita!
A porta se abriu, Jim entrou e a fechou. Parecia magro e muito sério. Pobre sujeito, apenas vinte e dois anos e já responsável por uma família! Precisava de um sobretudo novo e não tinha luvas.
Jim Avançou alguns passos. Seus olhos estavam fitos em Della e havia neles uma expressão que ela não conseguia ler e que a aterrorizava. Não era raiva, nem surpresa, nem desaprovação, nem horror; não era nenhum dos sentimentos para os quais ela estava preparada.
Della esgueirou-se para fora da mesa e se encaminhou para ele.
– Jim, querido, gritou não me olhe desse jeito! Mandei cortar o cabelo e o vendi porque não poderia passar o Natal sem dar um presente a você. Ele crescerá de novo… não se aborreça, por favor. Meu cabelo cresce terrivelmente depressa. Diga “Feliz Natal!”, Jim, e fiquemos felizes. Você não sabe que coisa bonita, que belo presente tenho para você. – Mandou cortar o cabelo? ” perguntou Jim a custo, como se não tivesse ainda compenetrado desse fato patente após o mais árduo esforço mental. – Cortei-o e vendi-o, disse Della. Você não continua a gostar de mim do mesmo jeito, então? Não precisa procurar por meu cabelo, foi vendido, como lhe disse… vendido, não está mais aqui. À véspera de Natal, querido. Seja bonzinho comigo, fiz isso por sua causa. Ninguém poderá jamais avaliar o meu amor por você. Posso fritar as costeletas, Jim?
Emergindo do seu transe, Jim pareceu despertar rapidamente. Abraçou a sua Della. Os magos trouxeram presentes valiosos, mas isso não estava entre eles. Esta asserção obscura será esclarecida mais tarde.
Jim tirou um pacote do bolso e atirou-o sobre a mesa.
– Não me interprete mal, Della, disse. Não acho que haja alguma coisa, corte de cabelo, raspagem ou xampu, capaz de fazer-me gostar menos da minha mulherzinha. Mas se você abrir este pacote, poderá ver por que fiquei abalado no princípio.
Alvos dedos ligeiros desfizeram o embrulho. Ouviu-se então um grito extático de alegria, e depois, ai!, uma súbita mudança feminina para as lágrimas e os gemidos, que exigiram o imediato emprego de todos os poderes de consolação do senhor do apartamento.
Pois sobre a mesa jaziam Os Pentes, o jogo de pentes para cabelos que Della adorara havia muito numa vitrine. Belos pentes, de tartaruga legítima, orlados de pedraria, da cor exata para combinar com seu lindo cabelo. Eram pentes caros, ela o sabia, e seu coração se limitara a desejá-los e a suspirar por eles sem a menor esperança de vir um dia a possuí-los. E agora pertenciam-lhe, mas as tranças que os anelados enfeites deveriam adornar não mais existiam.
Ela, porém, os apertou contra o peito e, por fim, pode erguer os olhos nublados, sorrir e dizer: – Meu cabelo cresce tão depressa, Jim!
Jim ainda não vira o seu belo presente. Ela lho estendeu ansiosamente na palma da mão aberta. O fosco metal precioso parecia brilhar com o reflexo do seu jubilante e ardente espírito. – Não é uma beleza, Jim? Vasculhei a cidade toda para achá-lo. Doravante, você terá de ver as horas uma centena de vezes por dia. Dê-me o seu relógio. Quero ver como fica nele.
Em lugar de obedecer, Jim deixou-se cair no sofá, pís as mãos atrás da cabeça e sorriu: – Della, disse – vamos pôr os nossos presentes de Natal de lado e deixá-los por algum tempo. São lindos demais para poderem ser usados agora. Vendi o relógio para comprar os seus pentes. Que tal se você fritasse as costeletas agora?
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